Exclusivo–Capítulo de “O Bater do Coração”

Publicado em Atualizado em

Aqui fica uma parte do capítulo número 17º de O Bater do Coração que hoje marcou as 100 páginas de história, de momentos, de alegria, dor, emoções.

Para lerem basta carregar na imagem da capa em baixo sem ligar para o numero desatualizado na parte superior. A página para que serão reencaminhadas é daqui do blog. Um pequeno excerto está abaixo dela.

Experimentem ler ouvindo esta música Smiley piscando

capa original 1

17º Capítulo – A 3ª Caixa

Adormecer tinha-se tornando numa tarefa difícil com tudo o que tinha na minha cabeça: existia uma terceira caixa. Ou melhor, essa era a nossa suspeita. Sim. Eu não me queria estar a iludir mas fazia todo o sentido existir.
O que Emily tinha descoberto no segundo diário era que os meus pais adotivos tinham vivido aqui em casa da minha avó. Mas nas coisas que encontramos não existiam quaisquer referências a eles, a nível de conteúdo.
Mas o que importava agora era que todos nos íamos encontrar em casa de Emily para tomar o pequeno-almoço e enquanto isso, ela iria dizer tanto a mim e a Jake o que tinha descoberto de relevante nos dois diários. Contudo, tinha ficado surpresa com a dedicação que ela tivera para me ajudar e especialmente com a leitura dos diários. Ler diários era uma coisa que toda a gente tirava prazer. Encontrar sempre algo de podre de outra pessoa, mas ela tinha-se revelado bastante disponível e sensibilizada com toda a minha história.
– Ainda vou escrever um livro e depois faço um sucesso enorme com a tua história.- Fora o que me tinha dito.
Suspirei, aconchegando-me nos lençóis, mas rapidamente me revoltei com o cobertor e atirei-o para trás. As minhas hormonas deviam de estar completamente desreguladas.
– Não consegues dormir? – A voz de Jake ecoou no quarto aquecendo o que de mim estava frio. A minha avó tinha deixado que ele dormisse connosco, no meu quarto. Mas claro, desde que fosse no chão!
– Queres vir para aqui? A minha avó não tem o costume de me vir ver à noite!
Vi-o erguer-se do chão e deitou-se na cama.
Dormia apenas com uma camisola e com bóxeres. A minha avó isso tinha permitido pelo calor. Até me envergonhara com esta situação.
Ri-me baixinho.
– O que foi? – Perguntou-me, aproximando-se de mim.
Aconcheguei-me no seu peito.
– Da minha avó ter-te deixado dormir de bóxeres. – Corei. Reformulei rapidamente. – Quer dizer, sem calções ou assim.
Senti o seu sorriso formar-se pelos meus dedos presentes na sua cara.
– Ah. Pensava que querias que eu dormisse sem eles.
Apesar do que ele dissera, sentira o aumento do batimento do seu coração acelerar: ele também tinha ficado envergonhado com o que dissera.

Para continuar a ler carreguem na imagem.!

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