“Eu não roubei nada… Eu não roubei nada…”

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Olá olá a todos, como estão?

Estava eu hoje a falar com o meu círculo de amigos e, um dos assuntos que veio ao de cima foi como por vezes, aqueles sensores das lojas, sabem?, que estão à saída (e à entrada, claro, mas é à saída que eles ganham outra dimensão), apitam por, por vezes, serem afetados por cadeiras de rodas.

fnac_amoreiras

Pois bem, mas é sobre o que vos disse entre os parênteses que vou falar. É que é terrível. Vocês entram numa loja, completamente descontraídos, com o pensamento: vamos lá ver o que vamos aqui encontrar. Os minutos se for preciso passam e, sem encontrar nada, lá vamos nós embora. E é nesse momento, quando nos encaminhamos para a saída, pé ante pé, que um certo nervosismo começa a crescer. Algo que nos faz se for preciso acelerar o passo. Nós não comprámos nada, nós não roubamos nada, mas, inesperadamente, a ansiedade passa e tal sensação só passa quando passamos por aquelas “barras” metálicas.  Será que temos algo nos bolsos. Será que é como nos filmes e alguém nos pôs algo na mochila?

Por fim, lá passamos nós, com um pé nervoso, aquela barreira que separa a loja do exterior.

Um suspiro de alívio é a primeira coisa que se faz involuntariamente.

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