Algumas Notícias

Novidades sobre o “Esquecido” – Acabado de Escrever

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Diogo Simões

Bom dia, a todos! Como estão?

CapturarcapaPois bem, foi em Agosto do passado ano que iniciei este projeto, o Esquecido, e que há muito guardava na minha cabeça… E foi ontem, um ano depois, é com uma enorme felicidade que o “termino”. É difícil de explicar o turbilhão de sentimentos que estou a sentir, mas sem dúvida que o principal é o de gratidão. De gratidão pelos meus leitores, familiares e amigos que me ajudaram e ajudam. Agora ainda há trabalho a fazer, e sei que com eles posso contar…

Mal posso esperar para vos falar mais sobre ele. Para vos dar umas curiosidades bem engraçadas. Enfim… Mal posso esperar para que o possam ler!

Enquanto isso, O Bater do Coração está à venda em qualquer livraria, incluindo as suas lojas online ( Chiado Editora, Wook,BertrandFnac ). O Brasil não está esquecido! Podes comprar também pelo site da…

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Novidades sobre “Esquecido”

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Diogo Simões

Olá a todos! 😀

CapturarJá passa muito desta a última vez que vos dei novidades… Mas, tendo em conta algumas mensagens e visitas que tenho recebido na página “Leitores-Beta” , venho dar-vos algumas notícias. 🙂
A primeira delas é que já estou na reta final da escrita do “Esquecido” (meu quarto livro), e se tudo correr bem, o segundo a ser publicado. Se me perguntarem a data, não a poderei dar porque é algo que não sei. Estou a trabalhar na história com a calma e o entusiasmo necessário para que saia tal e qual como a imaginei. Depois, quando acabar de a escrever e a minha leitura sobre o manuscrito for terminada, darei a oportunidade de alguns leitores o poderem ler e dar a sua opinião… Confusos? Então visitem a página dos Leitores-Beta.

Acreditem que mal posso esperar para vos dar a conhecer as personagens que dão vida…

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“Nem é muito mau dormir no chão.”

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Diogo Simões

tumblr_mdn4u2AX3l1rbll7mo1_500“Queria desesperadamente continuar e envolver-me com ela daquela maneira, mas tinha de ouvir a voz da razão.
Mas não fora preciso.
Ela afastou-me primeiro.
Nunca me sentira tão envergonhado em toda a minha vida.
– Desculpa-me. – Disse-lhe. – Não sei o que me passou pela cabeça. É melhor eu dormir no chão – não o queria fazer, preferia mil vezes ficar ali com ela, mas tinha de me castigar pelo que fizera. Fazia isto por ela. Não a queria magoar.
– Chris… – A voz dela era uma mistura de desespero e de confusão. Desculpei-me como pude.
Tal como eu, ela estava envergonhada e o seu olhar exigia que não a abandonasse, mas não consegui…
Ela ainda tentou sorrir…
– Até amanhã. – Foi a única coisa que fui capaz de pronunciar.
Voltei a sentir o chão de madeira nas minhas costas.
Nem é muito mau dormir no…

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Novidades em Dia

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Diogo Simões

Olá a todos!

Como estão?

Pois bem, sei que não tenho vindo aqui contar-vos muitas coisas, mas vamos lá pôr a conversa em dia… 😀

Em primeiro lugar, parte desta minha ausência está o fim do primeiro ano da universidade juntamente com os trabalhos e frequências. Com essas semanas atarefadas do final do mês de maio e início de junho, um antigo problema meu apareceu. Adivinham qual? Pois bem, as tendinites.

Isso obrigou-me a parar por um bocadinho a escrita, não me sentindo capaz de escrever por longos períodos de tempo. Contudo, isso não me impediu de vos ter dado a pequena história Chuva Quente

capaAgora tenho escrito com mais calma e já retomei a escrita do Esquecido em que fiz duas grandes mudanças à história principal. Estou mesmo ansioso por vos mostrar a história final. Uivares 1Se me perguntarem quando saí, é algo que não sei… Contudo, espero ter…

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“e isso é o mais importante.”

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Diogo Simões

quarto“- (…) Tu dás valor às pessoas que mais amas, e isso é o mais importante.
Parei de falar.
Soltei-a dos meus braços e ficámos de novo separados mas sem nunca desviar o olhar.
– E é por isso que me sinto atraído por ti.
O meu coração começara a saltar como nunca e a minha temperatura subiu, sentindo que tinha, de certo modo, libertado toda a tensão criada nestes dois dias… Perdurou até baixar a cabeça quebrando o nosso elo do olhar.
Eu era um parvo e um imbecil!
Era só isso.”

– O Bater do Coração, já nas livrarias

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Será que…?

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O livro perfeito para o verão 🙂

Diogo Simões

tumblr_m4xtvwDZTE1qloci5o1_500“Será que ele já tinha perdido alguém? Será que tinha sido demasiado fria e orgulhosa a ponto de deixar de ter sentimentos…
Suspirei.
Na verdade… e sabia reconhecer, parecia que já não acreditava em nada e apenas confiava nas personagens dos livros: elas mentiam, mas nós sabíamos, elas podiam desiludir, mas o leitor sabia sempre as razões… Mas não era este o caso. Eu não conhecia nem a personagem nem a história de vida.
– Não deveria ter julgado! – Expressei, para mim, acabando por admitir em voz alta.”

– O Bater do Coração, nas livrarias (e Brasil)

Diogo Simões​ | O Bater do Coração

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Hoje É O Teu Dia

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PARABÉÉÉÉÉNS!

Diz que esta criatura por quem me apaixonei faz hoje 20 anos! 2 décadas! Está um crescido.

Passei só para dizer isto e que não lhe posso desejar nada menos que o melhor em tudo. Um melhor amigo, um ouvinte, um companheiro de aventura, um namorado… Uma pessoa maravilhosa! Que daqui a um ano as coisas estejam diferentes, melhores, e possamos passar o dia juntos. Quem sabe fazer um festão no Estados Unidos já que ele passa a poder beber legalmente lá :p Agora fora de brincadeiras, PARABÉNS A TI! Que tenhas tudo o que mereces e, acima de tudo, sejas feliz!

E aqui que ninguém nos ouve… Amo-te! ❤

Beijinhos,

Andreia

Aventuras na Capital – Parte II

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Por Andreia Firmino

Chegámos a Lisboa e chovia torrencialmente, sentia-se um vento cortante que só dava vontade de nos abrigarmos. “Vamos para dentro do shopping, ao menos lá está quente” disse o Diogo e lá fomos nós, lojas de roupa e acessórios para mim, Fnac e Bertrand para ele. Depois de irmos comprar os bilhetes para o filme que íamos ver já se via na rua um céu azul convidativo a um passeio e aí fomos nós passear pelo Parque das Nações. O vento continuava cortante, mas nada que não se aguentasse e a andar nós aquecíamos. Depois de umas dezenas de fotos tiradas eis que o meu namorado teve uma brilhante ideia (nada de brilhante, o que esquece ao diabo lembra-lhe a ele), ir procurar a Sony Portugal. Ligou o GPS do seu Xperia Z2 (mais um beijinho à pala desta referência) e aí fomos nós à descoberta. Andámos, andámos, andámos… E andámos para bater com o nariz na porta de um prédio, prédio cujo penúltimo andar acolhe a Sony Portugal. Mas pronto, o rapaz ficou feliz e só isso já vale qualquer esforço.

Voltámos ao shopping e fomos enfiar-nos no conforto de uma sala de cinema (que em dias chuvosos e frios sabe ainda melhor) a ver O Excêntrico Mortdecai. Não era a nossa primeira escolha, mas valeu a pena, valeu pelo menos umas boas gargalhadas (apesar de, confesso, me rir mais do Diogo a rir do que do próprio filme).

O filme acabou, saímos do conforto e quentinho da sala de cinema e fomos até à gélida estação de comboio. Muitas paragens depois lá chegámos ao destino, Azambuja para ser mais específica, e fomos jantar com uns amigos meus. Pizza foi a ementa!!

Chegámos a casa já era tarde, mas mesmo assim ainda fomos ver um episódio de Castle (acho eu, sinceramente agora estou um pouco baralhada). No domingo, para além de um encontro entre o Diogo e a minha afilhada que do alto dos seus 3 anos diz “há dois Diogos e eu não gosto do Diogo da madrinha”, não fizemos muito mais do que estar abraçados a ver Mr. Bean e Castle, aproveitando cada minuto. Porque… Quem não gosta de abraços?

Não vos consigo transmitir por palavras exatamente tudo o que se viveu neste fim-de-semana, mas pode ser que o meu excelentíssimo namorado vos venha dar a perspetiva dele da história. 😉

Beijinhos, abraços e muitos palhaços (ou amassos).

Aventuras na Capital – parte I

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Por Andreia Firmino

Boa tarde caros leitores!

Agora sem pressão (e com o coração um bocadinho menos aconchegado – o Diogo já foi embora) volto para vos falar do que foi este fantástico fim-de-semana. Não sei bem por onde começar, mas talvez o mais fácil seja começar pelo início.

Fui para Leiria na quinta-feira, uma vez que na sexta teria a minha defesa de estágio. O temível dia em que teria que apresentar tudo o que fiz no estágio em apenas 10min com direito a ser bombardeada com perguntas nos 20min seguintes. Assim que cheguei a Leiria fui pousar as malas na casa de uma amiga minha, fomos pôr os nossos relatórios a imprimir e logo de seguida (já na companhia do meu lindo namorado) fomos almoçar ao 32, numa tentativa (falhada) de aliviar o stress que nos consumia. Ao final da tarde e depois de uns beijos à chuva (não tão românticos como os que vemos nos filmes) voltei para a frente do meu pc para tentar preparar-me para a defesa. Um calmante tomado, uma noite bem dormida e aí fui eu para a escola para enfrentar as feras e defender o meu estágio, mostrar o quanto o adorei e aprendi. Felizmente, às 12h35 já estava despachadíssima e com boas críticas da parte de quem assistiu. No entanto, o melhor deste dia foi entrar no expresso, para vir para casa, na companhia do Diogo! Finalmente íamos ter tempo nosso, só nosso, sem nos preocuparmos com mais nada.

Na sexta já chegámos a casa de noite, por isso não houve tempo para fazer muita coisa. Ele conheceu os meus pais e o meu avô, jantámos e depois vimos Castle no seu amado Xperia Z2 (mereço mais um beijinho graças a esta referência). No sábado começou a verdadeira aventura!! Logo de manhã, assim que ganhámos coragem para sair da ronha do sofá, ele viu a vida dele a andar para trás ao entrar num carro conduzido por mim. Perguntou se não podíamos ir a pé, disse que não conseguia abrir a porta e, já depois de eu o conseguir enfiar no carro, pôs o cinto e agarrou-se ao banco. Tudo por uma viagem de 5min. Deu graças a Deus por estar vivo quando chegámos a casa, apesar de que devia era ter dado graças à deusa dele que foi uma boa condutora (desculpem a tentativa de piada).Depois disso foi todo um stress, porque eu não sabia o que vestir. Vesti e despi, vesti e despi umas cinco vezes à espera da resposta “fica assim, estás bem”, quando essa resposta chegou já eu estava cansada, mas pronto. Almoçámos e partimos rumo à verdadeira aventura…

15h – saímos de casa, eu a conduzir, o Diogo agarrado ao banco e um comboio para apanhar dali a 18min

15h10 – carro estacionado, o Diogo vivo, uns metros para andar, bilhetes para comprar e um comboio para apanhar dali a 8min

15h15 – comboio a chegar, bilhetes a serem comprados

15h18 – bilhetes acabados de validar, ouve-se no altifalante “vai partir, na linha nº2, o comboio com destino a Alcântara-Terra” e uma escadas para subir e outras para descer até chegar à linha nº2

Solução: correr, leram bem c-o-r-r-e-r

Claro que sou uma pessoa pouca dada a corridas, portanto a meio das primeiras escadas já ia a morrer, e optei por gritar as indicações ao Diogo para ele conseguir chegar ao comboio e abrir a porta, que ele assim não partia. Com isto tudo lá CONSEGUIMOS apanhar o comboio e aí fomos nós até ao Vasco da Gama/Parque das Nações.