coisas destas…. enfim

O Desaparecido Saúda 2015

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Olá a todos meus caros leitores.
Pois é, eu bem sei que ando desaparecido e ainda mais estupefacto fiquei quando vi que o meu último post era sobre… era sobre a Maquilhagem e os Homens (se não sabes do que estou a falar, da uma olhadela ). Claro que não podia deixar de vos comunicar para além daquela publicação feita em novembro.
Pois é, novembro… Foi em novembro que falei pela última fez e já estamos praticamente em fevereiro e eu sem vos dar nenhuma novidade. Pois bem, cá vão elas:

1o: Estou no telemóvel pelo que a numeração terá de ser assim… ;
2o: A passagem de ano foi no Porto junto de malta amiga e que está no coração;
3o: Estou vivo e de primeiro semestre feito. É verdade. Depois de uma interrupção letiva (sim, porque na universidade bem que podemos esquecer as “férias de natal”), tive cheio de frequências e trabalhos sendo que, depois de muito estudo, lá fiquei de férias dia 16 deste mês;
4o: Fiz um segundo lançamento do meu livro na Fnac do Leiria Shopping no dia 16. Correu tudo bem e podem ver as coisas aqui ;
5o: Passei estes dias a pôr séries em dia enquanto dava forças à minha fantabulástica namorada para a sua defesa do estágio. Já ficou despachada hoje 😀 (love you babe)
6o: Depois de estarmos ambos de férias conseguimos estar finalmente os dois juntos. É verdade. Estou aqui, a escrever isto sobre o seu olhar atento, na Azambuja. A minha mãe parecia que me ia mandar para a China e parecia querer que levasse o frigorífico atrás… Mas, bem, cá cheguei eu. Inteiro e no quente do aquecedor porque a chuva ☔ é nossa companhia neste fim de semana (EU AMO CHUVA).

Vou-me despedir por agora prometendo trazer novidades e mais disparates.

P.S.: A Andreia não tem vindo cá escrever mas não a matei!!!! Prometo que ela vai vir cá.

Beijos e Abraços,
Diogo

A Maquilhagem e os Homens

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Não, não pensem que eu vou começar a usar maquilhagem e que vou aqui relatar-vos e dar-vos sugestões disso mesmo. Não! Longe disso! (Podem pedir isso à minha Andreia, claro :p, mas penso que ela não está também para ai virada).

Eu fui desafiado pela Sofia, do blog Rabo de Cavalo, a falar deste tema maravilhoso e só espero não fazer “borrada”…

Eu devo dizer-vos que, se só o facto de eu usar cremes é o cabo dos trabalhos, imaginem estar com o cuidado exigido no ato da “maquilhação”.

Mas deixem-me falar primeiro da relação das mulheres com estes pozinhos e lapizinhos…

Estou certo de que, diariamente, ao estarem com uma mulher, conseguem claramente ver que ela está maquilhada. Toda aprontada e “produzida”. Digo isto num bom sentido, porque na maior parte dos casos as mulheres tem todas estas horas de “trabalho” dedicado para seu próprio bem estar. A pergunta que acabo por fazer é o que preferem os homens ver, se rostos maquilhados, ou mais “ao natural”. Eu, pessoalmente, vou confessar que muitas raparigas ficam muito melhor maquilhadas (peço desculpa pelos eventuais juízos de valor) e outras que estão bem de qualquer maneira.

Encontrei como tal este estudo bastante interessante, ora vejam:

“Um estudo feito em Inglaterra concluiu que há mulheres que chegam a evitar um encontro por não terem maquilhagem à mão. Mas avisa que grande parte dos homens prefere ver caras ao natural.”

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(Homens, parem de olhar para esses lábios sedutores e voltemos ao cerne da questão!)

Mais de metade das mulheres sente-se melhor maquilhada e em 28% dos casos é mesmo de uma questão de confiança e auto-estima que se trata; 17% admite cancelar um encontro se não tiver maquilhagem à mão. Metade das mulheres inquiridas num estudo feito em Inglaterra admite maquilhar-se (ou retocar a maquilhagem) quatro vezes por dia – ou seja, 1460 vezes por ano. E grande parte por uma razão: agradar aos homens.

Quanto a eles: três quartos dos homens inquiridos preferem o ar natural das mulheres, 4o% considera que as mulheres se maquilham demasiado. Das respostas masculinas, 45% diz mesmo que maquilhagem a mais é um ‘corta interesse’, numa classificação particular em que se seguem o bronzeado falso (33%), o baton vermelho (5%) ou as pestanas falsas (4%).

Pintar os lábios, pôr máscara ou risco faz parte da rotina diária de milhões de mulheres. A maior parte fá-lo para agradar ao sexo masculino, mas este estudo feito em Inglaterra parece apontar outro caminho.

Podem ler o resto aqui

Vocês viram bem o número médio de quantas vezes as mulheres se maquilham num ano? Mas e os homens? Como andam os homens neste patamar?

A verdade é que temos vindo a ver uma crescente preocupação pelo cuidado da pele e corpo no homem. Eu confesso que me limito ao after-shave depois de desfazer a barba, mas é praticamente só isso. Mas vamos só lá enumerar as coisas que as mulheres têm à sua disposição:

– Batom – aquela coisa redonda que se mete nos lábios,

– Rimel – aquela coisa para os olhos… ou será para as pestanas? Acho que há mesmo um pincel para os olhos…

– Base – aquele pó;

– Verniz – aquela cena tipo plástico que faz as mulheres ainda mais sexy´s quando é vermelho.

Pronto… achavam que era tudo, não era? Pois não, depois de ter ido consultar a enciclopédia feminina ( a minha namorada), descobri mais umas coisas:

– Blush;

– Sombra;

– Eyeliner;

– Pó compacto – estou a tentar dar voltas à cabeça a tentar perceber o que raio é isto. Será “uma base” mas numa caixa mais pequena? Tenho aqui montes de pó em casa, não precisam de gastar dinheiro meninas – eu a ser parvo!

– Base em creme – ora aqui está outra coisa deveras interessante…

Sei que ainda há umas outras tantas coisas porque é um mercado que não para, mas acho que se fosse para as enumerar teria de mudar o titulo do post para a A Enciclopédia da Maquilhagem (& Afins). Eu devo confessar que são coisas que tento saber, até porque no livro que publiquei, o romance, em que se começa pelo ponto de vista da protagonista feminina, há uma parte da maquilhagem (EISH! Lembrei-me do corretor de olheiras!!!) e bem, foi preciso a opinião de 4 mulheres para escrever a aquilo que está presente naquele momento da história.

Contudo, devo confessar, timidamente, que no Carnaval, o ano passado, me mascarei de estrela dos anos 80 e lá me pintaram os olhos (não me perguntem com o quê porque não faço ideia), e, qual a minha habilidade, quando ao pestanejar tal era a comichão que aquilo me dava, que pintei a parte debaixo do olho, tudo ao mesmo tempo. Que habilidade, heim?

Mas uma coisa vos digo, nós homens podemos não perceber lá muito de maquilhagem, mas vocês ficam sexy´s (isto para não dizer outra coisa se não batem-me)  de qualquer maneira, e, principalmente, o importante é sentirem-se bem com vocês próprias!

 

Eu, Ele e os Xperia

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Por Andreia Firmino

“Eu tenho três amores! A escrita, tu e a Sony.”

Esta é a frase que serve de mote à elaboração deste post! O Marco Paulo tem dois amores, um loiro e um moreno, mas o Diogo consegue superá-lo e tem três.

Até aqui tudo, minimamente, bem. O problema surge quando há uma notícia, uma foto, um som, um aparelho, seja o que for, relacionado com a Sony (agravado quando é relacionado aos Xperia)…

Eu posso estar a dissertar um poema, a ler uma passagem de um livro de Shakespeare, a dançar com um copo na cabeça ou até a fazer o pino enquanto toco viola, que se ele avista a palavra Xperia em algum lado, esquece que existo. Posso engasgar-me durante a dissertação e a leitura, deixar cair o copo ou partir o pescoço enquanto faço o pino que ele vai-me ignorar. Claro que para além de me ignorar vai começar a babar e a dizer maravilhado “Olha, fizeram testes com o Z3, colocaram-no dentro de uma caixa com coca-cola e barraram-no com nutella e ele continua lindo! E a funcionar! Este telemóvel é mesmo perfeito.” ou então “vão colocar um amplificador no Z4 que vai melhorar imenso a qualidade de som, vai ser como se estivéssemos num concerto ao vivo” ou ainda “o stock do Z2 está a baixar imenso já só há 37 pretos e 16 brancos”. Isto porque ele é (ou na verdade, era) apaixonado pelo Xperia Z3, mas começaram a sair notícias sobre o Xperia Z4 e ele rapidamente se apaixonou por ele, mas como este ainda demora algum tempo até ser lançado achou por bem tentar adquirir o Xperia Z2. Portanto, eu não sou trocada por um Xperia, nem por dois, mas sim por TRÊS!!

Depois existem os momentos em que nada relacionado com os Xperia nos aparece à frente, NADA, mas ele lembra-se de alguma coisa e lá fica ele, novamente maravilhado, a falar do processador xpto, da excelente capacidade de resolução da câmara, da duração da bateria e do design bonito e inovador dos ditos telemóveis. E nos entretantos lembra-se da dupla fantástica que o seu (futuro) Xperia fará com a sua lente sony QX10 (e lamento se errei no nome), das fotos maravilhosas que poderá tirar e dos momentos fantásticos que poderá captar e guardar, ou então com o smart watch que ele adorava ter.

Com isto, quero dizer (e afirmar publicamente) que 75% das nossas conversas são monólogos do Diogo sobre os Xperia (e mais mil coisas da Sony) enquanto me ignora. (vá, não levem isto muito a sério, eu às vezes também falo pelos cotovelos, e ele é um ótimo namorado)

A novidade do dia de ontem foi o seguinte vídeo:

Enquanto espumava da boca lá disse “olha, estes somos nós” e eu admito, prevejo o meu futuro assim. Eu agarrada à televisão a ver séries e filmes e ele agarrado ao telemóvel e/ou playstation, apesar de ele ter afirmado, enquanto espumava da boca a ver o vídeo, que “eu podia ficar contigo a ver o filme”.

Enfim… Um dia hei-de perceber tanto de Xperia como percebo de unhas e vernizes!

(Acabei de escrever isto e ele veio-me com uma nova atualização sobre o stock do Z2)

ARTISTAS DO NOSSO (SOMOS) PORTUGAL (EM FESTA)

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Por Andreia Firmino

Todos os domingos somos brindados com os fantásticos programas da televisão portuguesa, onde apresentadores viajam, comem e bebem por esse país fora e nós somos “obrigados” a levar com música pimba (e má) toda a santa tarde. Qual não e o meu espanto quando este domingo passo por um desses programas na tv e oiço “fazemos o Somos Portugal desde julho de 2011”. 2011? Como assim 2011? Já são mais de 3 anos sem filmes nas tardes de domingo? Mais de 3 anos com tardes de domingo ocupadas por música reles? Oh meu Deus… Como o tempo passa. E o mais grave é que não se vê o fim disto.

Pois que a ver um destes programas diz a minha Mãe “hoje em dia qualquer um é cantor” e eu respondo “qualquer dia sou eu” e continua ela “na televisão?” e após a minha resposta afirmativa ela diz que seria um orgulho, “sempre quis que fosses artista, mas nunca tiveste queda para essas coisa”. Como assim não tive queda para essas coisas? EU SOU do mais ARTISTA que há! Depois de tal afirmação, que me atingiu como se fosse uma facada, não demorei a mostrar à minha mãe o meu talento para as cantorias (que é nenhum). Dei um autêntico concerto privado com direito a discos pedidos e tudo, mas nisto ela abandonou o meu concerto e foi a casa do meu avô. Quando lá chegou lá estava a dar uma música na rádio que ela achou adequada para eu cantar e não esteve com meias medidas… Desligou o rádio da ficha e trouxe-o até nossa casa para me mostrar a música que queria que eu cantasse. Surpresa das surpresas… Quando chegou a nossa casa e ligou o rádio já a música tinha acabado. Triste, continuo a dizer “gostava mesmo que cantasses aquela música”.

E é isto que eu sofro em casa. Mas preparem-se, quando menos esperarem entro nas vossas casas através do ecrã da televisão a interpretar uma música foleira qualquer que tenha uma batida mexida e fale de amor.

A Fuga das Galinhas: O Jogo da Apanhada

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Tive uma aventura engraçada agora de manhã…

1497490_776818965667574_674303975_nEstava eu a ir para casa quando vi, fora da capoeira, uma galinha. Tudo bem que é normal sair uma ou duas de vez em quando, para manter o divertimento. Mas, qual foi o meu espanto, quando de uma passaram a duas. Lá fui eu, segui-las com os olhos quando me deparei com uma autêntica reunião de condomínio. Depois começou a aventura de as pôr dentro da “casa” delas. Três foram fáceis. Lá com a ajuda da camisa as enxotei…agora as outras duas… Elas andavam à volta do poço e uma ia para um lado e outra para o outro, parecia um autêntico jogo da apanhada. Decidi começar com a preta que correu que nem uma avestruz. Eu corri atrás dela até que ela berrou. Eu berrei. Ela voou. E voltamos ao início da brincadeira. Ao fim de algum tempo e com a ajudar de uma cana consegui que fossem para onde elas pertenciam.

Enfim… estas galinhas andam doidas…

(foto tirada o ano passado)

Visita ao Porto, Voluntariado, Color Run, Disney e Pipocas

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Diário de um #Universitário (17 a 24 de Outubro)

Sexta-feira, 17 de Outubro de 2014

Acho que este foi o melhor dia do mês. A sério malta.

Como sabem, às sextas-feiras não tenho aulas da parte da manhã o que é fantástico! Fantástico porquê? Porque no dia de ontem (16) saí, a um Arraial. É certo que não cheguei muito tarde, tendo em conta que tinha a viagem para o Porto às 16h…

A manhã passou bem. Andei basicamente de um lado para o outro a arrumar as coisas que eram essenciais ir para a minha mini-estadia na cidade do Porto. Passou rápida a manhã, apesar da ansiedade começar a aparecer… e porquê? A resposta é bastante simples: pelo voluntariado que iríamos fazer às 14h na cidade de Leiria. Que iniciativa foi esta? Pois bem, foi assinalado este dia como o dia internacional contra a pobreza e em todos os distritos de Portugal, os voluntários andaram ora a distribuir panfletos em lugares estratégicos da cidade, ora com setas vermelhas com a palavra POBREZA destacada. Eu fiquei com as setas e devo dizer-vos que adorei a ideia. As setas estavam a apontar para lugares aleatórios, simbolizando o facto de que a pobreza está presente em todo o lado e que, na maior parte das vezes, não a vemos.

Foi uma hora de ação voluntária. Eu, apesar de ter já expressado a minha vontade em fazer voluntariado, foi a primeira vez que tive mesmo a oportunidade de o fazer e devo dizer-vos que adorei! Foi fantástico e, das melhores coisas é ver a reacção positiva das pessoas. Os seus sorrisos, ou então um polegar levantado mostrando contentamento. Também houve quem parasse para nos perguntar e elogiar a iniciativa. Enfim… coisas que nos dão vontade de lutar e ajudar sempre que possível.

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Tudo isto acabou perto das 15h10, pelo que peguei na minha mochila super pesada com a roupa e alguma comida para a viagem (porque eu sou uma pessoa bastante esfomeada e até acho estranho a minha namorada não ter feito nenhuma entrada aqui no blog sobre isso mesmo…) que iria fazer a seguir.

Encontrei montes de gente há espera dos autocarros, sendo que muitas eram da minha turma que, apenas estudando em Leiria, iriam de fim de semana a casa. A espera assim não foi tão dolorosa, se bem que outro nervosismo começava a aparecer, o de sair de Leiria e fazer uma viagem já há muito programada, e que marcava o reencontro entre dois amigos! (e digo isto porque eu dou muito valor aos meus amigos! Eles sabem nos Agradecimentos dos meus livros 😛 )

A viagem lá aconteceu e bem que eu li, comi, mandei SMS´s, mas o relógio teimava em não andar.

Finalmente cheguei ao Porto! Onde tanto a cidade e o meu amigo (Ricardo) me esperavam.

O resto da tarde passou-se bem, tirando a chuva que caia abruptamente e sem cessar durante o caminho para casa dele. Logo aí nesse trajeto até ao metro tive direito a guia particular em que me ia explicando os diversos pontos da cidade.

Ai chuva…não podias ter arranjando outra hora?

Sábado, 18 de Outubro de 2014

A manhã começou com muita alegria apesar da chuva não ter parado de cair do céu. Saímos de casa cedo para aproveitar bem o dia. Andamos de metro (que na minha opinião e da minha belíssima namorada se devia chamar tudo menos isso, é que ele raramente para no subsolo). Lá ele me ensinou a “trabalhar” com o Andante e seguimos viagem!

Na manhã fomos até ao estádio do dragão. Aparentemente, nesse dia, haveria jogo. Seguimos caminho para o Dolce Vita que lá ficava perto. Almoçamos lá um belo BIG KING XXL e seguimos pelo shopping que está com uma exposição dos animais da era glacial. Foi nessa altura que o sol apareceu pelo que seguimos a nossa viagem até à ponte D.Luis onde me fartei, não só de tirar fotografias, mas também a desligar-me de tudo e observar o que estava em me redor. É sem dúvida uma vista fantástica e que espero ansiosamente por repetir. É lindíssima aquela zona do Porto. Os turistas também são bastantes, acreditem, e o tempo só ajudou. Seguimos até à Serra do Pilar que via lá acontecer um casamento no mosteiro. Mais fotos foram tiradas daquela vista panorâmica que tínhamos. É belíssimo.

Queres ver as fotos das paisagens e da exposição? Carrega em ler mais 😀

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SOCORRO! #1

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Por Andreia Firmino

O MEU NAMORADO É UM LADRÃO

Está uma pessoa nas aulas, a tentar manter-se atenta e a morrer de calor, quando recebe uma mensagem que diz “Tenho o teu pin da color run”. É o quê? Como assim o meu pin da color run? Queres ver que o rapaz foi comprar o pin depois de eu lhe dizer que queria um, mas não tinha levado dinheiro? Bem, a conversa desenrolou-se…

“- O quê?

– O teu pin da color run

– Ham? (respondi ainda sem perceber a história)

– Aquele preto com letras às cores…

– Mas como é que o tens??

– Roubei-to”

Pois… Roubou-mo! Ouviram bem? ROUBOU-MO! Eu que ainda acreditei no lado dele de bom namorado que me tinha comprado o pin (QUE INGÉNUA QUE FUI) , fui bem enganada por um namorado ladrão. A desculpa dele foi “pus no bolso e tu estavas a olhar para mim, pensei que tinhas visto”, mas é óbvio que se tivesse visto não permitia tal assalto. Andou uma pessoa a pedir dinheiro às amigas para comprar o pin e depois ele vai assim, num bolso alheio.

Com isto, caras amigas, não se deixem levar pelo ar de anjo dos vossos namorados! Mais cedo ou mais tarde são surpreendidas pelo príncipe que se revela um dos 40 ladrões do Ali Baba.

 

Diário de um #Universitário (14 a 16 de Outubro de 2014) – E outros pontos…

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Terça-feira, 14 de Outubro de 2014

Terça-feira… aquele dia quem teríamos manhã livre se ela não tivesse sido mudada por a professor não poder às quartas de manhã. A aula, surpreendentemente, passou-se lindamente em que estivemos a analisar a cartão aberta ao Caloiro que, se ainda não leste, acho que o deves fazer AQUI.

As aulas da parte da tarde passaram-se bastante bem, sendo que as selfies dominaram o intervalo da aula de Introdução à Economia em que aproveitamos para provocar os do nosso curso do 2º ano. Claro que eles, influenciados por esta nova geração, não resistiram em fazer o mesmo connosco.

Neste dia havia praxe, uma super engraçada que envolvia espuma de barbear, mas, infelizmente, o meu peito asmático não me deixou comparecer… acreditem que eu queria, mas este tempo dá cabo de mim, e saber que para a semana o calor volta, dá-me vontade de atirar da ponte. Sendo assim, não fui, aproveitando a ocasião para ir comprar os bilhetes para aquela viagem que vos falei ^^ (não vou sair do país, estejam descasados :p)

Quarta-feira, 15 de Outubro de 2014

Às quartas é quando agora começamos a entrar às 14h e bem que nós gostamos (já agora, a frase marcadora, que passou das praxes para as nossas vidas é:  “Ai eu gosto tanto”).

A aula, única, passou com a sua naturalidade se bem que, a surpresa estava para vir depois com a RGB!, ou seja: praxe. Não sabíamos o que se ia passar… Todos os cursos da escola ficaram em fila indiana, até que fomos entrando para o auditório em que estava tudo escuro, sendo que a única luz era das velas, na periferia e na mesa no palco, onde estavam os membros do mais alto nível da praxe académica, incluindo a Real D. Dinis.  Não nos sentámos, não! Ficámos antes de joelhos e de olhos no chão a ouvir as praxes coletivas que os cursos tinham para serem apresentadas. Foi engraçado, sim, mas foi bastante cansativo estarmos ao escuro mas, ao fim de uma hora, que também estivemos sentados no chão de madeira, nos sentámos para falarem connosco sobre o traje e tudo o mais. No fim, uma apresentação da tuna da escola que levou a plateia praticamente ao rubro.

Depois disto foi tempo de chegar a casa. Com uma chuva e névoa intensa lá fora, depois de fazer alguns exercícios de MACS, li o que a minha namorada escreveu aqui no blog. Sim! Ela agora escreverá para aqui, tendo já dado as boas vindas bem como um “Olá”. O post em questão é o do famoso jogo do carro amarelo. Eu adorei o que ela lá escreveu, tirando a parte em que quase parece que eu ando a dar cabo dela (isto não parece lá muito bem, mas vocês percebem o que eu quero dizer :p ). Eu sou muito carinhoso com ela e garanto que (um dia) ela vos contará (espero que breve). Jogar o Jogo do Carro Amarelo com rapazes tem sempre daquelas coisas… nós rapazes gostamos de provocar o sexto oposto! É certo e sabido… por isso…a… amor, já sabes que eu só quero o teu bem ❤ !

Quinta-feira, 16 de Outubro de 2014

Estou bastante animado para vos dizer que amanhã irei participar numa ação de voluntariado no dia contra a pobreza. Será realizado em todos os distritos do nosso país. Vamos fazer como que de estátuas vivas com setas a apontar em várias direções, com a mensagem de que a pobreza está um pouco por todo o lado. Vamos também distribuir papéis para sensibilizar as pessoas para esta realidade social. Se quiserem aparecer, será por Leiria, nomeadamente no centro, das 14H às 15H! Será feito um vídeo depois com a junção de todos os distritos. Depois mostro 🙂

O Jogo do Carro Amarelo

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Por Andreia Firmino

Hoje trago-vos um assunto que me mexe muito com os nervos, relacionado nada mais nada menos do que com carros (e memorizem bem, carros) amarelos.

Todos já devem ter jogado, em algum momento da vossa vida, o jogo do carro amarelo, onde basicamente damos um soco a quem se encontrar ao nosso lado quando vemos um carro amarelo. Por alma não sei de quem começou-se a ser jogar entre os meus amigos da universidade e depois foi-se espalhando, de repente todo o mundo jogava ao jogo do carro amarelo. O problema chega quando se joga com rapazes (essas almas burras que vagueiam na terra). As regras são simples, dá-se um soco a quem estiver ao nosso lado quando virmos um CARRO amarelo. No entanto, é aceitável dar (e levar) socos quando se vê uma mota ou até uma bicicleta amarela, porque no fundo são todos veículos. Mas os rapazes parecem não entender isso e teimam em inventar regras novas, das duas uma

1) Aumenta-se o nº de socos consoante o tamanho do veículo que vemos

ou

2) Vale dar socos sempre que se vê alguma coisa amarela

Esta última é a mais frequente, então toca de bater nos outros por uma t-shirt amarela, por um sinal amarelo ou até por uma casa amarela. Isto acontece SEMPRE que estou com o meu namorado (sim, sou vítima de violência doméstica) e já lhe tentei explicar 2489 vezes que não pode inventar regras para um jogo que já existe, que não foi inventado por ele e que tem as suas próprias regras, mas parece que isso não entra naquele crânio e a informação não chega ao cérebro.

Tenho para mim, que os rapazes nascem com alguma mutação genética que não lhes permite entender a essência do jogo do carro amarelo ou então são apenas parvos e acham que podem adicionar regras a um jogo quando na verdade não podem. Isto tudo já para não falar quando decidem dar socos quando vêem um carro creme, laranja ou verde, argumentando “é um amarelo desmaiado” para o creme ou “mas parece amarelo” para os casos laranja e verde. Nestes casos, começo a achar que têm um quê de daltónicos e não conseguem distinguir bem as cores.

Tudo isto para dizer…

RAPAZES, HOMENS, GAIATOS DESTE MEU PAÍS, VOCÊS NÃO PODEM ADICIONAR REGRAS AO JOGO DO CARRO AMARELO!!

“Eu não roubei nada… Eu não roubei nada…”

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Olá olá a todos, como estão?

Estava eu hoje a falar com o meu círculo de amigos e, um dos assuntos que veio ao de cima foi como por vezes, aqueles sensores das lojas, sabem?, que estão à saída (e à entrada, claro, mas é à saída que eles ganham outra dimensão), apitam por, por vezes, serem afetados por cadeiras de rodas.

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Pois bem, mas é sobre o que vos disse entre os parênteses que vou falar. É que é terrível. Vocês entram numa loja, completamente descontraídos, com o pensamento: vamos lá ver o que vamos aqui encontrar. Os minutos se for preciso passam e, sem encontrar nada, lá vamos nós embora. E é nesse momento, quando nos encaminhamos para a saída, pé ante pé, que um certo nervosismo começa a crescer. Algo que nos faz se for preciso acelerar o passo. Nós não comprámos nada, nós não roubamos nada, mas, inesperadamente, a ansiedade passa e tal sensação só passa quando passamos por aquelas “barras” metálicas.  Será que temos algo nos bolsos. Será que é como nos filmes e alguém nos pôs algo na mochila?

Por fim, lá passamos nós, com um pé nervoso, aquela barreira que separa a loja do exterior.

Um suspiro de alívio é a primeira coisa que se faz involuntariamente.