opinião

O Bater do Coração (Pub. 1)

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CoverBookSemSombras

“O Bater do Coração é uma história leve, as personagens são elaboradas e têm personalidades distintas” * “É um livro emocionante que quando começas a ler não consegues parar! ” ** “Que mais pode um autor pedir para a sua primeira obra? Tem de tudo: amor, alegria, choro, momentos de incertza e muito mais. A bipolaridade da Laura, a morte de personagens e um fim um pouco inesperado são dos pequenos “toques” que dão vida ao livro.” ***

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O texto elaborado tem em conta as opiniões expressadas na rede Goodreads pelos seguintes leitores: Pedro (*), Catarina (**) e Ricardo (***) .

As 5 coisas (Que na Verdade são 6) que “aprendi” nesta semana

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“É sexta-feira, yeh”… choveu a semana inteira.

Chuva, pois é! Quase que me esquecia dela. Não, estou claramente a mentir porque, se houve coisa de que não descansamos desde o final e início do novo ano foi a minha amiga chuva! (Sim, eu apesar de me estar a queixar gosto bastante dela).

Houve algumas coisas que, como tal, aprendi no decorrer desta semana:

1º – Se ao olharem pela janela e pensarem: “bem, hoje vou a pé para as aulas” é melhor repensarem duas vezes. Isto porque não vá, sei lá eu, um tornado aparecer no meio do nada e estragar-vos os planos.

2º – Se optaram por seguir o pensamento do ponto 1 então são tal e qual como eu. E, se para ajudar, seguir os conselhos dos vossos pais como o de levar um casaco ou luvas é algo que não vos assiste ainda mais se adequam aqui. Isto porquê? Bem, existe uma primeira vez para tudo (não propriamente quase tudo!) e, se existe coisa, que penso que vão concordar comigo, é que o vento faz uma catastrófica aliança com a chuva que só serve para fazermos figuras em plena rua pública. Então não é que na terça-feira eu e o chapéu-de-chuva nos envolvemos numa discussão acesa e ele se virou contra mim? (LITERALMENTE – Vocês sabem o que eu quero dizer).

chuva

3º – Se vocês são adeptos de corrida devem ter conhecimento do evento que se realiza todas as quartas-feiras em Leiria em que ou se caminha ou se corre pela cidade. Pois bem, eu, grande adepto que sou, fui com o meu pai onde me ia encontrar com um amigo que me iria acompanhar na corrida enquanto meu pai ia na corrida intermédia. Pois bem, correu tudo muitíssimo bem e, quando acabou o que aconteceu? Aposto que vos passou já pela cabeça. Começou a chover! A.CHOVER.OUTRA.VEZ. E, claro que não seria grande problema para quem foi de carro – mas, obviamente, que perderia a sua piada se vos dissesse que tinha ido de carro. Claramente que fomos a pé e, quando cheguei já a casa, a única coisa que quis foi ir comer, beber água (é algo muito bom, vocês deviam experimentar – eu só bebo água, tipo… entre 5 a 6 vezes por ano) e deitar-me na cama depois de 11 Km. Eu juro-vos que no meu momento de paragem pela cozinha era capaz de lá dormir. Mas deitei-me e fui dar descanso ao meu corpo exausto abraçando a cama que gritava, chamando por mim que estava (e estou) com bastantes dores no pé (nem sei, muito sinceramente, como tenho conseguido adormecer).

corrida

3.1) Algumas pessoas têm que usar mais a cabeça e pensar que ligar para um sítio onde eu estou, e onde está música aos altos berros a ecoar das colunas vindo do aquecimento que antecede a corrida, é, de facto, uma má ideia. Uma ideia muito mas muito má.

3.2) A chuva é ótima para limpar as sapatilhas sujas pela lama. (Lama? Ahhh)

3.2.1) Se pensam que são o homem-aranha e conseguem fazer grandes saltos por cima da lama é porque são muito confiantes de vocês próprios… mas depois acabam por vos acontecer o mesmo que a mim: dar umas contas “patinadelas” na lama tal e qual como se estivéssemos numa pista de gelo. É uma ideia muito muito má, tenho dito. (Se bem que eu “patinei” bastante bem pelo meu salto bem sucedido. Outros tiveram menos sorte).

4º) Por favor, não pensem que somos doidos por ir beber vodka pura às duas e um quarto da tarde. Digo-vos que até nos aqueceu mais para o estudo da matemática (é a sério). Também com o hambúrguer do Burger King que comemos a vodka em nós não teria lá muito efeito.

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5º) Não penses que sou muito doido… estou cansado haha foi uma longa semana e segunda-feira o teste de matemática vem para nos dizer um olá, e deixar-nos com o coração apertado pelos 110 minutos.

5.1) Lembrar-me que amanhã tenho que acordar cedo para ir estudar!

5.1.1) Se estiver ainda sonolento lembrar-me que o sofá poderá ser uma alternativa simpática.

5.1.2) Primeiro o prazer e depois o dever… Esperem lá, isto não é bem assim! Ah já sei como é: Primeiro o dever e depois o prazer…

(Hum… interessante)

6º) Riscar o ponto 5 na íntegra!

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#Algo Festivo – O Natal e a Contagem Para 2014

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É já amanhã que nos despedimos do último dia do ano presente, o ano de 2013, para abraçar um novo, 2014. Confesso que é um bocado assustador o quão rápido este ano passou. De um momento para o outro estava eu a iniciar o 2º período em Janeiro e a iniciar os trabalhos no meu livro Uivares para depois ser altura de exames, férias, assinar contrato para a publicação do meu primeiro livro e romance – O Bater do Coração. No meio de isto tudo ainda houve tempo para amizades, novas amizades, concertos e …

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O Natal já lá vai., Passou rápido, como é sempre. Aquele convívio com a família, a comida (especialmente isto, sim hehe) e tudo o que advém deste ambiente festivo. Eu, tal como todos os anos adorei. Mesmo que meio adoentado, se é que posso dizer, adorei e já espero pelo próximo. Pelo próximo reencontro, sinal de um ano que está a chegar ao fim e de que todos lá chegámos.

Mesmo assim, tenho dizer que esta véspera de Natal foi marcada pela chuva e, sobretudo, a falta de electricidade que, no caso da minha mãe, se viu obrigada a fechar o cabeleireiro, e para o pânico na casa da minha madrinha (visto ter sido lá o Natal este ano) pôr não conseguir cozinhar. De qualquer das maneiras a luz decidiu aparecer e eu tive que apanhar laranjas acompanhado por uma chuva torrencial. Bem, isto é que foi memorável.

A véspera passou-se com um jantar, as sobremesas, conversa e, por fim, um filme que adorei ver – Um Conto de Natal –, onde descobri esta música fantástica:

 

Depois chegada a meia noite e pouco foi altura da troca de presentes.  O dia em si foi já em casa a minha tia onde aproveitamos para estar com toda a família e cantar os parabéns também à nossa prima.

E a vocês? Como foi o vosso Natal? Como queriam? Ou nem por isso? E para a passagem de ano? Que vos parece 2014? O que vos trouxe 2013 que irão levar para o ano novo?

Digam tudo… vá lá 🙂

Boas festas….

#Londres – Dia 4 – Tower of London, St. Paul´s Cathedral & Natural History Museum

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Olá olá a todos!

2013-04-25 21.10.13Vou começar primeiro para vos lembrar dos dias atarefados que tivemos e deveras cansativos! Não acreditam? Pois bem: olhem que neste dia eu, o meu pai, tio, irmão e madrinha e mãe subimos o equivalente a 15 andares. Com mais de 190 degraus… E isto em vez de irmos pelos elevadores – inteligente, não? Enfim, é o amor ao esforço e desporto que nos temos, é que já não bastava termos passado os dias a subir e descer escadas por baixo da cidade londrina.

Neste dia estava mais frio que nos outros, se bem que fomos mais uma vez ao Starbucks onde um chocolate quente me deu novo calor…

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Aí estou eu, cansado e pronto a beber o chocolate quente num dos diversos, se não milhares, de Starbucks que encontram na cidade – coisa maravilhosa é que todos eles têm wi-fi grátis. Já vira??? (um aspeto que vou abordar na reflexão final da viagem).

Sairemos agora do café e encaremos a paisagem fantástica da ponte de Londres e arredores:

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#Londres – Dia 1 E 2

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Olá olá, bem sei que ja vou no terceiro dia da viagem mas deixem contar como foi o dia de ontem é o de quarta.

Quarta-feira foi bastante cansativa a nossa visita ao aeroporto de Lisboa que tem tantos pontos de controlo ou mais que o aeroporto do Porto. Se me perguntarem os quilômetros que andamos lá dentro em passadeiras e o número de vezes que mostramos o cartão de cidadão então adeus porque só nos víamos para a semana.

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Das únicas coisas más que tivemos foi o facto de os aviões da TAP terem lugares marcados pelo que ficamos todos separados. O jantar foi fantástico e se forem viajar vão com a TAP porque não se vão arrepender. De qq das maneiras o verdadeiro problema veio com a descida que sabem, nos costuma fazer doer os ouvidos? Pois bem, desta vez os ouvidos foram poupados e doeu antes a cabeça e pescoço. Tal nunca me tinha acontecido. Foi mesmo horrível.

Fora disso, chegamos a Londres depois de termos que esperar 10 minutos no ar decido ao tráfico aéreo que estava àquela hora.  Fomos recebidos no aeroporto com um homem com uma placa à com o nome do meu pai e lá nos trouxeram para o hotel. Se fomos jantar depois? Bem… Era meia-noite quando entramos no burger king e com muita sorte porque aqui fecha tudo muito cedo.

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Dia 2:
Lavar as mãos no nosso lavatório do tamanho de uma mão é uma tarefa penosa em que mais vale tomar banho que lavar a cara.
Tivemos sorte de aqui no hotel nos mudarem de quarto por sermos 4 e bem que hoje lá se dormir. Pena foi o calor.
Portugueses é coisa que aqui não falta. No hotel são dois e foi nesta troca de quartos que:
– Are you from Portugal?
-Yes.
– Eu também.
Existe ainda outro e outro na loja Adidas da Oxford Street .
Como tal, ontem foi dia de começamos a ir a Oxford street depois de percorrermos o extenso  Hyde park e bem que lá chegamos de muitas de muitas fotos e muitas aspirações com a beleza desta zona de Londres.

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Autocarros é coisa que, nesta cidade, se vêem aos momentos e para quem diz que os britânicos são antipáticos que tirem o cavalinho da chuva porque isso é uma grande mentira.

A parte da tarde fomos para os estúdios  da Warner Bros para vermos o making of Harry Potter depois de andarmos a explorar o underground londrino pelos metros e comboios que apanhamos sempre a hora certa para, no fim, desfrutamos de uma entrada fantástica no mundo mágico de Harry Potter em que, tenho que confessar , tive dificuldade em manter as lágrimas por ver aquilo que foram 10 anos da minha vida à minha frente.

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Malta, como isto está a ficar muito grande e estou no smartphone pelo que peço desculpa eventuais erros, amanhã publico as continuações 🙂

A Minha Páscoa!

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Olá olá a todos. Sim, já passa decerto algum tempo que vos escrevo a contar alguma coisa não é? (Sou sincero, não me lembro Smiley mostrando a língua ). De qualquer das maneiras, venho aqui falar-vos da minha páscoa e espero saber como foi a vossa!

Vamos começar?

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Para já, tenho que vos dizer que este ano foi bem rico em amêndoas!!! Tanto na páscoa, tanto como agora em que, durante os intervalos das aulas trocamos os restos para que não fique tudo para a nossa barriga.

2013-03-31 13.26.35O meu dia de páscoa foi passado a almoçar na Casa da Nora e, vos tenho a dizer, que não ficamos lá muito satisfeitos com a comida!

O restaurante é muito bonitinho, tal bem como o atendimento, mas já a cozinha não é lá grande coisa. Nós, e os mais novos pedimos um menu infantil (apesar dos meus 18 anos haha) que consistia em bifinhos com cogumelos. Eu só sei que bifinhos, nem os vi, pois vieram hambúrgueres de pedra… tipo… literalmente. O arroz de cenoura foi o pior que já comi na minha vida. Penso que apenas a batata frita foi o melhor do prato! Acho que os pratos dos adultos foram bons, pelo que comentamos a seguir, mas nada de especial.

Com isto, só tenho mesmo a dizer que a sobremesa é que era deveras deliciosa!

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Este ano, este dia festivo foi marcado por muita mas mesmo muita chuva. Aqui ficam algumas fotografias que tirei quando saímos do restaurante.

(Podem saber mais do restaurante no site oficial » http://www.casadanora.com/ )

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No dia a seguir, sendo que a minha madrinha já cá estava, foi altura de organizar a segunda edição da caça aos ovos!, em que, como sempre, andamos desesperadamente à procura no final, ora de um ovo, ora de um coelho por entre os arbustos.

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Espero que a vossa páscoa tenha sido docinha e junto dos vossos familiares a passar realmente tempo de qualidade! Smiley piscando Mais logo o post do regresso às aulas!

#Cinema: The Host (Nómada)

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Olá a todos, eu tinha mesmo que aqui vir para vos dar a opinião do filme que fui ver ontem ao Cinema City.

Primeiro tenho-vos a dizer que adorei por completo. Contudo, para dizer isto deixem-me justificar, recuando uns anos atrás quando li o livro…

 

 

 

200px-The_HostDeixem-me dizer-vos que estava bastante animado por a Stephenie Meyer ir fazer um livro tão diferente ao escrever sobre ficção cientifica. Além do mais era uma história completamente diferente daqueles que já tinha sido criada.

Quem o comprou foi a minha tia sendo que eu li depois. Confesso que quando peguei nele me custou a perceber como é que aquilo estava escrito pois estava muitas vezes a personagem a pensar e a falar – Melanie – e outras vezes a hospedeira – Nómada (Noa).

Quando acabei de ler o livro, o meu pensamento foi: isto é sem dúvida uma história muito melhor do que a série anterior criadas pela escritora – A Saga Luz e Escuridão, ou conhecida no cinema ridiculamente por Saga Twilight (deveria ser Luz e Escuridão).

A obra parecia-me muito mais complexa. Era certo que era por vezes meio enfadonha, mas a história estava muito bem criada. Como tal, quando soube da sua adaptação para cinema fiquei contente mas reticente pois como é que eles iriam transpor esta obra extensa para o grande ecrã?

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Começando então, pela pergunta mais óbvia e que comecei por colocar em cima, eles de facto colocaram uma outra voz a falar dentro do corpo da Melanie, fazendo esta o papel de Nómada (Noa).

O resultado no início fica algo de estranho mas revelou-se ao longo do filme algo bastante cómico pelos diálogos entre ambas as “diferentes almas” com as situações com que se vão deparando. Aliás, o filme até permite bastante riso entre os diálogos das personagens e só vos tenho a dizer que o elenco está muito bem escolhido.

A classificação do filme é para maiores de 12 anos, mas posso dizer que acho que seria melhor aumentar a idade para mais dois anos por existirem umas duas cenas um pouco violentas para os de 12 anos. As cenas são mesmo fortes no contexto em que acontece a prestação dos atores foi fantástica e toda a banda sonora que acompanhou essa cena também. Basicamente eles eram para serem apanhados pelos Batedores mas para não dar os seus corpos para novas almas, decidem matar-se, indo contra um muro. É algo bastante dramático.

Como devem calcular, eu já li mais uns cem livros depois de Nómada pelo que, o facto de não me lembrar tão bem do livro pode ter permitido que gostasse bastante do filme por não me lembrar de alguns dos pormenores.  Contudo, tenho que dizer que me lembro muito bem de duas cenas que tive pena de não estarem no grande ecrã. Mas o filme tinha 2 horas. Penso que não tinham meios de as colocar.

Uma das cenas é quando ela fala dos mundos onde esteve: no da água, no das aranhas e por aí fora (só me lembro destes dois Smiley mostrando a língua ) e, outra cena, é quando os dois rapazes principais – um apaixonado por Noa e outro pela Melanie – lhe oferecem cereais ao mesmo tempo, de um modo competitivo porque ambos estão apaixonados pela mesma pessoa, mas por almas diferentes. Confuso, não é? Pois é! Mas no filme isso é muito bem retratado em vários diálogos que nos permite imaginar como nós éramos se fossemos feitos reféns de uma bactéria que tomasse o nosso corpo dela (por exemplo).

O final foi bastante emocionante por vermos Melanie/Noa deitadas na maca do Doc. para devolver o corpo à Melanie e para o Doc. a deixar morrer (depois acontece aqui algo crucial para o desenvolvimento que não vos digo Smiley mostrando a língua). Esta cena existe um diálogo mais profundo entre Melanie e Noa em que ambas estão gratas por se terem conhecido. A própria Melanie já não queria que ela fizesse aquilo…

Não me quero alongar mais para não vos estar a dar mais spoilers para os que não lerem, mas o filme vale mesmo a pena. Todo o ambiente está muito bem criado e o clima de romance está muito bem feito por não estar exagerado. Tudo acontece muito rápido mas foi tudo muito bem feito. Compreendo agora o porquê de demorarem tanto tempo na pré-produção do filme.

Planos para um segundo: Stephenie Meyer, só te digo que és uma preguiçosa! Já passaram quase 6 anos desde o último e até agora só tens 3 capítulos do 2º livro??? Como é que isso acontece?

O facto é que o filme acaba como uma cena que nos deixa a imaginar de como será agora? Será que os humanos num terceiro filme se irão todos revoltar para expulsar os invasores do nosso planeta? E o que acontece às almas que se juntaram aos humanos por se apaixonarem por eles e terem pena de nós? É algo que espero mesmo ver desenvolvido. Penso que agora existe uma liberdade melhor até porque neste filme eles tiveram que introduzir este novo mundo aos que não lerem os livros e esse é mais um dos motivos por achar que foi tudo muito bem selecionado.

Gostava também de saber como eram os outros mundos, até porque sou um ser humano e penso que represento todos nesta questão. Porque apesar de isto ser tudo fantasia, imaginação e ficção cientifica, estamos sempre curiosos ao que será o mundo lá fora. E se tivermos mais uma perceção de mais um filme de ficção cientifica que é tão diferente dos outros, porque não introduzir essas perguntas num segundo filme?

Uivares–O Processo Criativo Pt.1 – "Estudando a Ideia”

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Olá a todos, ao longo destas semanas vos vou falar sobre o processo criativo relativamente à criação deste meu novo original.

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E porquê? Pois quero ajudar pessoas que passam por dificuldades em ter ideias ou a onde as ir buscar, ou simplesmente para criar uma ligação com os meus leitores.

Uivares era uma história que eu sempre quis escrever. Contudo, era uma história que necessitava de preparação. Uma preparação que só consegui ter depois de ter passado por “O Bater do Coração”.

 

Eu sempre adorei os lobos, acho que são uns animais completamente fascinantes, mas ao mesmo tempo cruéis. Sempre achei interessante criar a minha história de sobrenatural envolvendo então estes animais tão fantásticos.

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O que acabei por fazer foi estabelecer uma ideia muito básica do que eu queria. Posteriormente, desenvolver essa mesma ideia. Ou seja, comecei por criar um romance com lobisomens. Agora imaginam e pensam vocês: mas isso acaba por ser mais um romance, o que muda são as variáveis e a maneira como é contada a história. Claro que isso é bastante importante, mas agora é pôr a nossa cabeça a pensar, pensando no que poderemos criar.

Comecei então a ir escrevendo no meu caderno e foi a melhor coisa que fiz. Ter escrito num caderno de bolso é fantástico pois permite termos tudo lá presente quando estamos a escrever em frente ao computador, para além de facilitar a escrita imediata quando temos alguma ideia a ser desenvolvida, ponderada.

Ler outros livros é algo sempre bastante importante. Tentar ver como é que os escritores escrevem e como descrevem determinados sentimentos, emoções e espaços, sejam então esses sociais ou espaciais.

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Original Publicado em http://diogosimoeswrite.wordpress.com/

#Ler–Um Dever ou um Prazer?–(Obras de Leitura Obrigatória)

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Ler é um dever ou um prazer? Eis a questão. E na verdade é mesmo uma boa pergunta.

Já abordei este tema de uma forma bastante ligeira o ano passado (não me recordo onde), pelo que acho por bem fazer-me perceber. Fazer com que vocês percebam as razões daquilo que vou apontar, quer positivamente, quer negativamente.

Estão a tentar perceber do que estou a falar, não é? Bem, as pistas seguem em imagens:

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Conhecem esses livros, não é? Também aposto que já devem ter ouvido falar, de todos os outros livros, não é? Aqueles que estão “no separador” do Ministério da Educação, nomeados de: Obras de Leitura Obrigatória.

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Letras&Livros: Comentário ao Livro: “O Medo do Homem-Sábio”, de Patrick Rothfuss

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Olá a todos, espero que estejam a ter um bom final de terça-feira.

Antes de mais, quero já dizer-vos o que ando a ler neste momento Smiley mostrando a língua : A Cidade das Almas Perdidas, de Cassandra Clare (a minha escritora favorita), e Memorial do Convento, do nosso conhecido José Saramago. E sim, estou realmente a ler dois livros ao mesmo tempo. Tenho a sorte de conseguir separar as várias histórias. Para além do mais, O Memorial do Convento é de uma escrita que não estamos habituados, pelo que, o melhor ,será “incentivar” (vou mesmo descrever a situação assim) a leitura deste com o livro da Cassandra Clare.

Foi-vos prometida uma opinião, então cá está ela.

O livro de que vos vou falar é da continuação do livro: O Nome do Vento. Esta segundo volume da trilogia crónica do regicida foi dividido em duas partes pela “tonelada” de papel que este escritor utiliza!

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review

Isso que vêm é uma imagem, que tirei da minha página, do site e rede mundial de leitura Goodreads .

Poderão então aceder aqui ao site » http://www.goodreads.com/