coisas da vida

Hoje É O Teu Dia

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PARABÉÉÉÉÉNS!

Diz que esta criatura por quem me apaixonei faz hoje 20 anos! 2 décadas! Está um crescido.

Passei só para dizer isto e que não lhe posso desejar nada menos que o melhor em tudo. Um melhor amigo, um ouvinte, um companheiro de aventura, um namorado… Uma pessoa maravilhosa! Que daqui a um ano as coisas estejam diferentes, melhores, e possamos passar o dia juntos. Quem sabe fazer um festão no Estados Unidos já que ele passa a poder beber legalmente lá :p Agora fora de brincadeiras, PARABÉNS A TI! Que tenhas tudo o que mereces e, acima de tudo, sejas feliz!

E aqui que ninguém nos ouve… Amo-te! ❤

Beijinhos,

Andreia

Aventuras na Capital – Parte II

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Por Andreia Firmino

Chegámos a Lisboa e chovia torrencialmente, sentia-se um vento cortante que só dava vontade de nos abrigarmos. “Vamos para dentro do shopping, ao menos lá está quente” disse o Diogo e lá fomos nós, lojas de roupa e acessórios para mim, Fnac e Bertrand para ele. Depois de irmos comprar os bilhetes para o filme que íamos ver já se via na rua um céu azul convidativo a um passeio e aí fomos nós passear pelo Parque das Nações. O vento continuava cortante, mas nada que não se aguentasse e a andar nós aquecíamos. Depois de umas dezenas de fotos tiradas eis que o meu namorado teve uma brilhante ideia (nada de brilhante, o que esquece ao diabo lembra-lhe a ele), ir procurar a Sony Portugal. Ligou o GPS do seu Xperia Z2 (mais um beijinho à pala desta referência) e aí fomos nós à descoberta. Andámos, andámos, andámos… E andámos para bater com o nariz na porta de um prédio, prédio cujo penúltimo andar acolhe a Sony Portugal. Mas pronto, o rapaz ficou feliz e só isso já vale qualquer esforço.

Voltámos ao shopping e fomos enfiar-nos no conforto de uma sala de cinema (que em dias chuvosos e frios sabe ainda melhor) a ver O Excêntrico Mortdecai. Não era a nossa primeira escolha, mas valeu a pena, valeu pelo menos umas boas gargalhadas (apesar de, confesso, me rir mais do Diogo a rir do que do próprio filme).

O filme acabou, saímos do conforto e quentinho da sala de cinema e fomos até à gélida estação de comboio. Muitas paragens depois lá chegámos ao destino, Azambuja para ser mais específica, e fomos jantar com uns amigos meus. Pizza foi a ementa!!

Chegámos a casa já era tarde, mas mesmo assim ainda fomos ver um episódio de Castle (acho eu, sinceramente agora estou um pouco baralhada). No domingo, para além de um encontro entre o Diogo e a minha afilhada que do alto dos seus 3 anos diz “há dois Diogos e eu não gosto do Diogo da madrinha”, não fizemos muito mais do que estar abraçados a ver Mr. Bean e Castle, aproveitando cada minuto. Porque… Quem não gosta de abraços?

Não vos consigo transmitir por palavras exatamente tudo o que se viveu neste fim-de-semana, mas pode ser que o meu excelentíssimo namorado vos venha dar a perspetiva dele da história. 😉

Beijinhos, abraços e muitos palhaços (ou amassos).

Aventuras na Capital – parte I

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Por Andreia Firmino

Boa tarde caros leitores!

Agora sem pressão (e com o coração um bocadinho menos aconchegado – o Diogo já foi embora) volto para vos falar do que foi este fantástico fim-de-semana. Não sei bem por onde começar, mas talvez o mais fácil seja começar pelo início.

Fui para Leiria na quinta-feira, uma vez que na sexta teria a minha defesa de estágio. O temível dia em que teria que apresentar tudo o que fiz no estágio em apenas 10min com direito a ser bombardeada com perguntas nos 20min seguintes. Assim que cheguei a Leiria fui pousar as malas na casa de uma amiga minha, fomos pôr os nossos relatórios a imprimir e logo de seguida (já na companhia do meu lindo namorado) fomos almoçar ao 32, numa tentativa (falhada) de aliviar o stress que nos consumia. Ao final da tarde e depois de uns beijos à chuva (não tão românticos como os que vemos nos filmes) voltei para a frente do meu pc para tentar preparar-me para a defesa. Um calmante tomado, uma noite bem dormida e aí fui eu para a escola para enfrentar as feras e defender o meu estágio, mostrar o quanto o adorei e aprendi. Felizmente, às 12h35 já estava despachadíssima e com boas críticas da parte de quem assistiu. No entanto, o melhor deste dia foi entrar no expresso, para vir para casa, na companhia do Diogo! Finalmente íamos ter tempo nosso, só nosso, sem nos preocuparmos com mais nada.

Na sexta já chegámos a casa de noite, por isso não houve tempo para fazer muita coisa. Ele conheceu os meus pais e o meu avô, jantámos e depois vimos Castle no seu amado Xperia Z2 (mereço mais um beijinho graças a esta referência). No sábado começou a verdadeira aventura!! Logo de manhã, assim que ganhámos coragem para sair da ronha do sofá, ele viu a vida dele a andar para trás ao entrar num carro conduzido por mim. Perguntou se não podíamos ir a pé, disse que não conseguia abrir a porta e, já depois de eu o conseguir enfiar no carro, pôs o cinto e agarrou-se ao banco. Tudo por uma viagem de 5min. Deu graças a Deus por estar vivo quando chegámos a casa, apesar de que devia era ter dado graças à deusa dele que foi uma boa condutora (desculpem a tentativa de piada).Depois disso foi todo um stress, porque eu não sabia o que vestir. Vesti e despi, vesti e despi umas cinco vezes à espera da resposta “fica assim, estás bem”, quando essa resposta chegou já eu estava cansada, mas pronto. Almoçámos e partimos rumo à verdadeira aventura…

15h – saímos de casa, eu a conduzir, o Diogo agarrado ao banco e um comboio para apanhar dali a 18min

15h10 – carro estacionado, o Diogo vivo, uns metros para andar, bilhetes para comprar e um comboio para apanhar dali a 8min

15h15 – comboio a chegar, bilhetes a serem comprados

15h18 – bilhetes acabados de validar, ouve-se no altifalante “vai partir, na linha nº2, o comboio com destino a Alcântara-Terra” e uma escadas para subir e outras para descer até chegar à linha nº2

Solução: correr, leram bem c-o-r-r-e-r

Claro que sou uma pessoa pouca dada a corridas, portanto a meio das primeiras escadas já ia a morrer, e optei por gritar as indicações ao Diogo para ele conseguir chegar ao comboio e abrir a porta, que ele assim não partia. Com isto tudo lá CONSEGUIMOS apanhar o comboio e aí fomos nós até ao Vasco da Gama/Parque das Nações.

Tempo, onde andas?

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Por Andreia Firmino

Não há novidades no blog desde o início da minha última semana de aulas! Não fiquem tristes que eu voltei para arrasar (ou então não)!!!

Vim só dizer que estou viva (e o senhor meu namorado também), apenas andamos numa fase difícil dos estudos… Eu em estágio e ele no meio de um mar de frequências. Mas acredito que brevemente haverá novidades fresquinhas aqui no blog, tanto minhas quanto dele. Eu hei de vir contar-vos as minhas aventuras do estágio e ele há de vir falar do seu novo amor (e mais recente aquisição) Xperia Z2!

Beijinhos, abraços e muitos palhaços 🙂

P.S. – Sim, desta vez fui mesmo trocada por um Xperia

P.S.1 – Se não voltar a aparecer foi ele que me matou 1) por ter publicado sem ele saber ou 2) por ter tocado no assunto Xperia :p

Tanto Frio e Tão Pouca Roupa

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Por Andreia Firmino

Ando preocupada com as miúdas de hoje em dia!!!

É verdade! Ando bastante preocupada com esta nova geração, visto que apresentam graves problemas no que toca a adequar a roupa que vestem à temperatura que se faz sentir. É verdade que o S. Pedro com tanta variação de temperatura nos dificulta a vida neste campo, mas não é impossível andar minimamente vestida conforme a temperatura que se faz sentir (em vez de se andar de biquíni enquanto está a nevar).

Se se for sair à noite é certo e sabido que pode estar a chover este mundo e o outro que vamos encontrar 3 em cada 5 raparigas (entre os 15 e 22 anos aproximadamente) com micro calções, super decotes ou camisolas a fazer de vestido. Quando vejo estas situações penso que 1) ou são muito poupadas e querem dar uso à roupa que usavam quando tinham 3 anos até ela rasgar ou 2) são umas oferecidas do pior que há. E sinceramente a opção 2 parece-me a mais verdadeira. Ou então se calhar não sabem distinguir as secções das lojas e acham que devem comprar roupa na secção de criança, não sei como nunca me tinha ocorrido esta opção.

Entendo o querer sair vestida de forma mais sexy, entendo o querer sentir-se bonita, entendo o querer chamar a atenção. Só não entendo como não percebem que ficam ridículas ao andarem tão despidas quando faz tanto frio e quando, na maioria das vezes, até se nota o sofrimento que estão a passar por tal “falta de roupa”. Há roupa bonita, elegante e até sexy adequada ao tempo frio, que mostra mais pele do que uma gola alta, mas que não faz ficar-se com hipotermia só para ter os outros (especialmente do sexo oposto) a olhar para vós/nós. E já nem vou falar naquelas almas, que já não podem ser apelidadas de aves raras porque cada vez são mais, que decidem andar com micro calções e super decote e depois põem um gorro de lã na cabeça. É por não terem cérebro que têm mais frio na cabeça?

Enfim…

“Eu não roubei nada… Eu não roubei nada…”

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Olá olá a todos, como estão?

Estava eu hoje a falar com o meu círculo de amigos e, um dos assuntos que veio ao de cima foi como por vezes, aqueles sensores das lojas, sabem?, que estão à saída (e à entrada, claro, mas é à saída que eles ganham outra dimensão), apitam por, por vezes, serem afetados por cadeiras de rodas.

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Pois bem, mas é sobre o que vos disse entre os parênteses que vou falar. É que é terrível. Vocês entram numa loja, completamente descontraídos, com o pensamento: vamos lá ver o que vamos aqui encontrar. Os minutos se for preciso passam e, sem encontrar nada, lá vamos nós embora. E é nesse momento, quando nos encaminhamos para a saída, pé ante pé, que um certo nervosismo começa a crescer. Algo que nos faz se for preciso acelerar o passo. Nós não comprámos nada, nós não roubamos nada, mas, inesperadamente, a ansiedade passa e tal sensação só passa quando passamos por aquelas “barras” metálicas.  Será que temos algo nos bolsos. Será que é como nos filmes e alguém nos pôs algo na mochila?

Por fim, lá passamos nós, com um pé nervoso, aquela barreira que separa a loja do exterior.

Um suspiro de alívio é a primeira coisa que se faz involuntariamente.

“Beep beep boop”

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Beep beep boop é aquilo que o WordPress apresenta antes de adicionarmos um novo post. Estava eu então a olhar para o … para o beep beep boop, a tentar saber do que iria falar com vocês hoje, nesta noite chuvosa de domingo…

Domingo…

É mesmo isso! Hoje é domingo, o que quer dizer que a segunda-feira está a horas de entrar pelas nossas vidas. Estou eu tão bem, sentado no sofá, com headphones nos ouvidos (mesmo não estando a tocar nada) e a espreitar por cima do monitor as coisas que dão na nossa TV portuguesa. Neste momento estou sintonizado na RTP, a ver o The Voice Kids. Aos fins-de-semana estou sempre reservado para o estudo e séries (não necessariamente nesta ordem), sendo que, às noites de domingo, mantenho o meu tempo reservado para escrever, que é coisa que não me apetece neste momento.

Sendo assim, perco passo tempo no Facebook ou Twitter, onde soube que os livros fantásticos da Cassandra Clare, passaram do cinema para a TV, o que é fantástico. Eu, pessoalmente, prefiro livros adaptados a séries do que a filmes, mas, por alguma razão, a grande fixação é sempre o grande ecrã. Compreendo sempre que o dinheiro que se gere é maior e o território alcançado também, mas, tendo em conta que os livros são sempre muito profundos, não é melhor ter em vista uma série de televisão?

Falando em filmes e tudo o mais… aproveitando a promoção da Promofans de cinema a 2€, fui na sexta-feira ver o filme português: Os Gatos Não Têm Vertigens.  Fui eu e mais um punhado de gente e, devo dizer-vos que gostamos bastante da história. O elenco está muito bem escolhido e a história, para alem de ser real, está muito bem escrita. Claro que a minha ida aos movies não se ficou por aqui. Ontem fui ver o The Equalizer e, meus senhores, que FILME FANTÁSTICO. A história… eu não vou revelar-vos da história porque estraga as surpresas reservadas para a 2ª parte do filme. Digo só que os atores são fabulosos e todo o ambiente do filme está muito bem construído.

Lembram-se que disse que não estava a ouvir música? Pois bem, a que agora toca é a Nightcall dos London Grammar que descobri pelo fantástico comercial que também aqui vos deixo!

Desfrutem desse belo som que eu vou fechar os olhos e ouvir a chuva chicotear as janelas…

Boa noite ^^

“Tem juízo!”

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“Tem juízo!” deve ser a expressão que anda na moda. Quer esteja eu em conversa com os meus amigos ou os meus pais, lá está ela. A espreitar por entre as palavras ditas.

Claro que isto tem mais acontecido com a minha mãe. Estava eu a dizer-lhe que iria em princípio ao Porto, a explicar as coisas quase completas do que iria acontecer. É que quero eu ir ter com o meu mano, né?, e, depois de um belo discurso pensado e articulado, ela simplesmente me responde, meio a sorrir: “Tem juízo!”.

Resumindo: fiquem sem saber o que pensava ela. Mas farei questão de esta semana a bombardear todos os dias. Adiante…

Também esta expressão aparece quando me refiro à minha namorada e anuncio algum plano que tenha com ela. Quer seja lanchar, passar a tarde juntos ou uma sessão de cinema. Se eu comentar com a minha mãe… bem, é certo que ela, a sorrir, dirá… dirá o quê? TEM JUÍZO!  Eu não sei o que pensa ela que eu vá fazer (pronto, eu na verdade até sei), mas estar sempre a dizer só dá um ar de graça à coisa (que má escolha de palavras).

Enfim…

Vocês também têm destes… destes “episódios aventureiros” com os vossos pais?

“Mãe!!!! O Miguel cantou a canção de abertura!”

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Tenho a certeza absoluta de que ao lerem o título se lembraram da música de abertura dos desenhos animados da Disney – Phineas e Ferb!

E porque me fui lembrar disto? Porque eu vivo um grande drama com o meu irmão, o Miguel, em que ele fazer o que eu mando é algo bastante raro e, tal como nos desenhos animados, existe sempre uma enorme vontade em dizermos à nossa mãe ou pai algo que os nossos irmãos estão a fazer. É algo que nos causa, inexplicavelmente, algum divertimento (e que depois pagamos na mesma).

O meu irmão chega a casa e vai jogar para a consola. Eu, depois de ralhar com ele pela milésima vez, em que lhe digo para ele ir estudar (que é algo que não faz mas tira boas notas na mesma, o que me deixa wtf), vai para o tablet. Se pensem que o drama acabou, nem vos vou falar dos jogos no telemóvel. Mas vejam bem isto! É que só me dizem para eu lhe dizer para estudar. Pensam que ele me ouve, mas olhem que, surpreendemente, isso até acontece, mas são tão poucas as vezes que dá para este ciclo ser recomeçado todo o santo dia.

Mas pronto, os irmãos são sempre assim não é? Trazem caos quando chegam, estragando o nosso mundo de príncipes onde, com isso, aprendemos a partilhar, a amar e a defender o nosso próprio sangue. Os irmãos são assim e isto tudo é algo que faz parte da vida. As brigas são algo que agora não são já tão frequentes. É nestas idades que aparece a cumplicidade e a união para pedirmos alguma coisa aos nossos pais. As brincadeiras começam já também a subir de nível e os gostos unem-nos (e falo especificamente de Walking Dead, porque ele continua a preferir os iPhones do que os Xperia, mas pronto ahaha).

Irmãos… o que seríamos sem eles?