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A Criação das Memórias… O 1º Vídeo!

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Eu sou um grande amante de psicologia e de toda a ciência em si, tal como já sabem desde o início do blog (em Agosto de 2012… onde já vai), pelo que fico mesmo feliz em partilhar com vocês uma notícia que vi no decorrer da noite de ontem. Primeiro, mostro-vos uma imagem:

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Sabem para o que estão a olhar? Pois bem, tal como referi no nome do post, é, nada mais, nada menos, que a criação de uma memória. Bastante engraçado, não é?

Eu vou traduzir a notícia que é pequenina para vocês, se quiserem podem ler a original aqui (inglês):

Pela primeira vez, cientistas capturaram o cérebro a criar memórias em tempo real

Por: Erin Ruberry

Falamos muito sobre fazer memórias para que essas durem uma vida inteira … mas como é que o cérebro realmente faz as memórias?

Investigadores de Albert Einstein College of Medicine utilizaram técnicas avançadas de imagem para visualizar a forma como o cérebro  transforma moléculas em memórias . Em pesquisas realizadas com ratos, os cientistas marcaram com “tags” (N.T.: marcadores) fluorescentes o mRNA da beta-actina (N.T.: proteínas) que são as ” moléculas envolvidas no processo de “fazer” memórias . ”

anúncio :

“Na pesquisa descrita, os pesquisadores, estimulado neurónios do hipocampo do rato, onde as memórias são feitas e armazenadas, seguiram os marcadores fluorescentes, vendo-os formar moléculas de mRNA beta-actina nos núcleos de neurónios e a viajar dentro de dendrites. Eles descobriram que o mRNA nos neurónios é regulada por meio de um novo processo descrito como “mascaramento” e “desmascaramento” (“masking” and “unmasking”), que permite que a proteína beta-actina seja sintetizada em horários e locais específicos e em quantidades específicas. “

“Soa a algo como um computador a armazenar os dados num disco rígido!” escreveu Gizmodo .

Vê o vídeo:

(Eu mantive as hiperligações que estão na notícia original, mas tenham em nota que estão em inglês)

Os marcadores fluorescentes (“os cientistas marcaram com “tags” fluorescentes o mRNA da beta-actina”) são utilizados para que os investigadores consigam seguir a proteína em estudo facilmente.

O que acharam? Interessante, não é? E ao mesmo tempo engraçado.

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A Caixa da Vida

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É geralmente durante a noite… quando o frio me invade e tenho apenas como companhia a escuridão… uma escuridão que, aliada ao meu ser, me faz fechar os olhos e abrir a caixa das recordações.

Abro a caixa, abro a caixa com bastante cuidado. Não porque tenho medo, mas sim porque o que guardo lá dentro é o mais precioso que tenho desta vida. É aquilo que me dá calor nas noites frias de inverno, é aquilo que alimenta a minha alegria, é aquilo que faz as minhas alegrias! É aquilo que procuro quando estou sozinho… sozinho na companhia da minha sombra, aquela que me conhece verdadeiramente e que, sem nada pedir, partilhou comigo todos aqueles momentos.

Ainda tenho os olhos fechados, mas a escuridão já não me assusta como dantes… o frio já não é mais um inimigo. Pego mentalmente na minha caixa, e, suavemente…, cuidadosamente… como se de pedras preciosas se tratassem, pego em cada fotografia e reproduzo mentalmente aquele momento na maior e melhor sala de cinema que alguém alguma vez poderá ter. Sorrio com a memória… sorrio para a felicidade de outrora… Sorrio para aquilo que me diz… Sorrio pela saudade que me traz.

Aperto mais os olhos… quero manter aqueles frames comigo… não os quero deixar ir… Sinto uma lágrima sair da tela de exibição… Uma lágrima que não me entristece… é uma lágrima que me traz o calor que vem enfrentar o frio que sentia outrora. Uma lágrima que traduz aquilo que eu sinto quando nenhuma outra palavra o pode fazer.

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Último Dia de Aulas e o Baile de Finalistas

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Eu sei que vos tenho prometido falar destes dois dias e que me tenho desleixado, mas confesso que falar deles dá-me uma certa tristeza por aquilo que representou para todos nós.

Digo isto porquê?

Pois bem, o último dia de aulas no secundário é sempre algo de grande tristeza, e muitos podem perguntar porquê, outros até dizer que mais há por vir. E ambos estão certos, mas deixar para trás pessoas que viveram conosco 3 anos intensos quer de brincadeiras, dramas, cumplicidades, quer de planeamento do futuro que foi, em parte, construído nestes processos de socialização ao longo daquilo que sei que, para nós, foram em parte os melhores 3 anos das nossas vidas. Os 3 anos em que crescemos e aprendemos em conjunto e com, felizmente, os fantásticos professores que nos acompanharam.

Este dia foi difícil sim, com muitas choradeiras, os que se faziam de fortes (setas para mim) e os que choravam em silêncio por agora, cada um de nós, ir a seguir caminhos separados. Caminhos que só têm um sentido!

Claro que nem tudo é triste, porque no dia a seguir íamos para um baile de finalistas – o nosso baile de finalistas – que juntava ambas as escolas secundárias – o Liceu e a Comercial.

Acho que todos nós ficamos impressionados, eu pelo menos, com os vestidos curtos e alguns ousados das raparigas que, meu Deus… acho que todos os homens se sentiam que estavam no paraíso. A verdade, era que parecíamos que estávamos numa cerimónia dos Óscares, mas…. sabem que mais? O cinema era mesmo o tema do Baile de Finalistas do 12º Ano.

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Invocando Memórias–O Concerto da Rihanna no Meo Arena

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Pois é, já fez muito que este concerto foi mas lembro como se fosse ontem e com muitas saudades daquilo que é e foi um ambiente fantástico. Mas bem, vamos voltar atrás no tempo, sim?

Foi no dia 12 de Fevereiro, nos meus 18 anos que os meus pais me deram de prenda os bilhetes para ir ao concerto do ano e aí fiquei feliz por isso, por ir ver alguém de quem aprecio quer as músicas que a presença em palco.

E assim foi, no dia 28 de Maio – véspera do meu último teste de Psicologia – que parti para Lisboa, de comboio e todo contente por partir mais uma vez numa aventura para a capital portuguesa. O dia do concerto não foi o melhor, mas bem, eu às terças-feiras como só tinha aulas à tarde, não custou tanto.

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A verdade é que foi tudo bastante fácil sendo que o comboio que partia de Pombal chegava mesmo perto do Meo Arena (Pavilhão Atlântico) sendo que rapidamente me pus lá, indo para o lugar que tinha guardado na fila do Balcão 1, pelo pessoal da Rihanna Mad House (que é fantástico).

E por lá ficamos, esperando pelas 18H30 que foi quando as portas abriram. Contudo, tenho que criticar fortemente a Rádio Comercial por, como sendo rádio oficial, nem andar no terreno, sendo que apenas por volta das 18H puseram lá o carro a dar música, sendo que era sempre a mesma coisa: publicidade da rádio comercial, 2 anúncios do concerto e uma música da Rihanna e sempre que 1 das músicas acaba começava tudo outra vez mas só que com uma música diferente. Até parece engraçado mas é que nem muitas músicas eram. Eram apenas 4!!!

Mas lá entramos, com muita correia para nos irmos sentar depois das várias horas à espera cá fora que, confesso, nem acreditava que lá estava pela agitação que tinham sido as semanas anteriores com os vários testes.

Só sei que, chegando lá dentro, foi sem dúvida um alívio sentarmo-nos e rirmo-nos com a correria que as pessoas faziam na plateia para tentarem ficar o mais à frente possível.

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Mais uma vez, ouvimos os DJ´s, e, como sempre, esperamos mais ou menos 1 hora e meia esperando pela Rihanna que, como sempre se atrasa. Claro que, neste espaço de tempo deu para comer, socializar com os famosos que lá estavam – quer atores, concorrentes da Casa dos Segredos, jogadores do Benfica ou até mesmo o Cristiano Ronaldo que, pelos vistos lá estava.

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Com isto também fizemos a onda que é sempre uma sensação fantástica ao ver tanta gente unida a fazer a mesma coisa: entreterem-se até à chegada da nossa cantora. Mas, ao fim de tanta espera, quem apareceu foi, nada mais, nada menos que José Castelo Branco a dançar e a vibrar com os aplausos que os presentes lhe davam, servindo assim de entretenimento ao público já farto de esperar. O facto é que, não sei se com o protagonismo que o Castelo Branco estava a ter, as luzes apagaram-se e o pano caiu, começando assim o concerto de que já esperávamos há meses.

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