opinião

O Bater do Coração (Pub. 1)

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“O Bater do Coração é uma história leve, as personagens são elaboradas e têm personalidades distintas” * “É um livro emocionante que quando começas a ler não consegues parar! ” ** “Que mais pode um autor pedir para a sua primeira obra? Tem de tudo: amor, alegria, choro, momentos de incertza e muito mais. A bipolaridade da Laura, a morte de personagens e um fim um pouco inesperado são dos pequenos “toques” que dão vida ao livro.” ***

Já tens o teu exemplar?

Podes adquirir em qualquer livraria ou pelas lojas online!
Se vives no Brasil ou em outra parte podes também saber como adquirir o teu emhttps://obaterdocoracao.wordpress.com/onde-comprar

O texto elaborado tem em conta as opiniões expressadas na rede Goodreads pelos seguintes leitores: Pedro (*), Catarina (**) e Ricardo (***) .

#Londres–Último Dia

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Olá olá olá! Eu bem sei que já passaram quase dois meses desta minha viagem e algum tempo desde a escrita aqui no blog, mas prometo que vos vou nesta semana pôr a par de tudo… Agora darei o término daquilo que foi a minha viagem a Londres.

Eu recordo-me bastante bem deste dia por o medo e nervosismo que me provocava por saber que, no dia a seguir, volataria “ao mundo real”. Pode ser difícil de perceber isto, mas a verdade é que quando estamos no estrangeiro acabamos por esquecer todas as nossas preocupações e vivenciamos aquilo que está perante os nossos olhos. Observamos desde as luzes, as pessoas, o ambiente, o metro, o estilo de vida e tudo o mais… É tanta coisa que temos sempre a pena de perder alguma dessa informação que percecionamos. Por isso acabamos sempre por não tirar o nosso dedo do botão da nossa máquina fotográfica a disparar por cada coisa que passa à nossa volta.

Neste dia saímos bem cedo para comermos o nosso último pequeno-almoço no hotel, sendo que a manhã foi passada a irmos ao Harrods

Vêm essa gente? Essa confusão? Esse ambiente londrino? Ai… que saudades que eu tenho, mas contente por ter aproveitado tudo dentro daquilo que era possível pelo cansaço evidente de andarmos no sub-solo no metro e de mapas na mão. Contudo, apesar de ser algo cansativo, adoro. Só a palavra aventura me desperta algo de único, de momentos de diversão, de momentos em que nos perguntamos: onde raios estamos? onde agora é que vamos almoçar?

Para quem não sabe, isso é um centro comercial enorme, mesmo mesmo enorme com pisos para as diferentes áreas: tipo moda, desperto, tecnologia e …É enorme e com escadarias belíssimas no seu interior e, também com música a ser tocada ao vivo. É algo impossível de vos conseguir descrever. Conseguir descrever aquele ambiente de novidade, de único e completamente diferente do que temos cá em Portugal.

Claro que, ouve uma paragem em mais um Starbuckspara atualizar o twitter, facebook e fotos no instagram a relatar a minha viagem! É que sabem, lá o Starbucks dá-vos internet enquanto aproveita o vosso café/chocolate quente, …E, também para observarem as pessoas, que estão num ambiente tão familiar e despreocupado…

Claro que nós tínhamos uma preocupação, ir embora na parte da tarde…

E foi o que aconteceu…

Depois de algumas duas horas no aeroporto depois de sermos revistas e apalpados de ato a baixo, entramos naquele centro comercial que, era grande, mas repetitivo nalgumas lojas. Mesmo assim, ainda entramos lá portugueses a trabalhar e é algo sempre engraçado. E, isto faz-me lembrar de um casal de portugueses que foi para lá, abriram um restaurante italiano e têm lá uma vida feliz, contando apenas com a saudade do clima português e dos amigos, claro… afinal somos todos feitos de pessoas.

Para terminar, um conselho: nos aeroportos temos perfumes, por exemplo, bem mais baratos por não terem taxas em cima, pelo que aproveitem bem como algumas promoções fantabulásticas de chocolates para acabarem com os últimos vestígios do dinheiro britânico.

A Minha Páscoa!

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Olá olá a todos. Sim, já passa decerto algum tempo que vos escrevo a contar alguma coisa não é? (Sou sincero, não me lembro Smiley mostrando a língua ). De qualquer das maneiras, venho aqui falar-vos da minha páscoa e espero saber como foi a vossa!

Vamos começar?

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Para já, tenho que vos dizer que este ano foi bem rico em amêndoas!!! Tanto na páscoa, tanto como agora em que, durante os intervalos das aulas trocamos os restos para que não fique tudo para a nossa barriga.

2013-03-31 13.26.35O meu dia de páscoa foi passado a almoçar na Casa da Nora e, vos tenho a dizer, que não ficamos lá muito satisfeitos com a comida!

O restaurante é muito bonitinho, tal bem como o atendimento, mas já a cozinha não é lá grande coisa. Nós, e os mais novos pedimos um menu infantil (apesar dos meus 18 anos haha) que consistia em bifinhos com cogumelos. Eu só sei que bifinhos, nem os vi, pois vieram hambúrgueres de pedra… tipo… literalmente. O arroz de cenoura foi o pior que já comi na minha vida. Penso que apenas a batata frita foi o melhor do prato! Acho que os pratos dos adultos foram bons, pelo que comentamos a seguir, mas nada de especial.

Com isto, só tenho mesmo a dizer que a sobremesa é que era deveras deliciosa!

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Este ano, este dia festivo foi marcado por muita mas mesmo muita chuva. Aqui ficam algumas fotografias que tirei quando saímos do restaurante.

(Podem saber mais do restaurante no site oficial » http://www.casadanora.com/ )

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No dia a seguir, sendo que a minha madrinha já cá estava, foi altura de organizar a segunda edição da caça aos ovos!, em que, como sempre, andamos desesperadamente à procura no final, ora de um ovo, ora de um coelho por entre os arbustos.

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Espero que a vossa páscoa tenha sido docinha e junto dos vossos familiares a passar realmente tempo de qualidade! Smiley piscando Mais logo o post do regresso às aulas!

#Cinema: The Host (Nómada)

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Olá a todos, eu tinha mesmo que aqui vir para vos dar a opinião do filme que fui ver ontem ao Cinema City.

Primeiro tenho-vos a dizer que adorei por completo. Contudo, para dizer isto deixem-me justificar, recuando uns anos atrás quando li o livro…

 

 

 

200px-The_HostDeixem-me dizer-vos que estava bastante animado por a Stephenie Meyer ir fazer um livro tão diferente ao escrever sobre ficção cientifica. Além do mais era uma história completamente diferente daqueles que já tinha sido criada.

Quem o comprou foi a minha tia sendo que eu li depois. Confesso que quando peguei nele me custou a perceber como é que aquilo estava escrito pois estava muitas vezes a personagem a pensar e a falar – Melanie – e outras vezes a hospedeira – Nómada (Noa).

Quando acabei de ler o livro, o meu pensamento foi: isto é sem dúvida uma história muito melhor do que a série anterior criadas pela escritora – A Saga Luz e Escuridão, ou conhecida no cinema ridiculamente por Saga Twilight (deveria ser Luz e Escuridão).

A obra parecia-me muito mais complexa. Era certo que era por vezes meio enfadonha, mas a história estava muito bem criada. Como tal, quando soube da sua adaptação para cinema fiquei contente mas reticente pois como é que eles iriam transpor esta obra extensa para o grande ecrã?

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Começando então, pela pergunta mais óbvia e que comecei por colocar em cima, eles de facto colocaram uma outra voz a falar dentro do corpo da Melanie, fazendo esta o papel de Nómada (Noa).

O resultado no início fica algo de estranho mas revelou-se ao longo do filme algo bastante cómico pelos diálogos entre ambas as “diferentes almas” com as situações com que se vão deparando. Aliás, o filme até permite bastante riso entre os diálogos das personagens e só vos tenho a dizer que o elenco está muito bem escolhido.

A classificação do filme é para maiores de 12 anos, mas posso dizer que acho que seria melhor aumentar a idade para mais dois anos por existirem umas duas cenas um pouco violentas para os de 12 anos. As cenas são mesmo fortes no contexto em que acontece a prestação dos atores foi fantástica e toda a banda sonora que acompanhou essa cena também. Basicamente eles eram para serem apanhados pelos Batedores mas para não dar os seus corpos para novas almas, decidem matar-se, indo contra um muro. É algo bastante dramático.

Como devem calcular, eu já li mais uns cem livros depois de Nómada pelo que, o facto de não me lembrar tão bem do livro pode ter permitido que gostasse bastante do filme por não me lembrar de alguns dos pormenores.  Contudo, tenho que dizer que me lembro muito bem de duas cenas que tive pena de não estarem no grande ecrã. Mas o filme tinha 2 horas. Penso que não tinham meios de as colocar.

Uma das cenas é quando ela fala dos mundos onde esteve: no da água, no das aranhas e por aí fora (só me lembro destes dois Smiley mostrando a língua ) e, outra cena, é quando os dois rapazes principais – um apaixonado por Noa e outro pela Melanie – lhe oferecem cereais ao mesmo tempo, de um modo competitivo porque ambos estão apaixonados pela mesma pessoa, mas por almas diferentes. Confuso, não é? Pois é! Mas no filme isso é muito bem retratado em vários diálogos que nos permite imaginar como nós éramos se fossemos feitos reféns de uma bactéria que tomasse o nosso corpo dela (por exemplo).

O final foi bastante emocionante por vermos Melanie/Noa deitadas na maca do Doc. para devolver o corpo à Melanie e para o Doc. a deixar morrer (depois acontece aqui algo crucial para o desenvolvimento que não vos digo Smiley mostrando a língua). Esta cena existe um diálogo mais profundo entre Melanie e Noa em que ambas estão gratas por se terem conhecido. A própria Melanie já não queria que ela fizesse aquilo…

Não me quero alongar mais para não vos estar a dar mais spoilers para os que não lerem, mas o filme vale mesmo a pena. Todo o ambiente está muito bem criado e o clima de romance está muito bem feito por não estar exagerado. Tudo acontece muito rápido mas foi tudo muito bem feito. Compreendo agora o porquê de demorarem tanto tempo na pré-produção do filme.

Planos para um segundo: Stephenie Meyer, só te digo que és uma preguiçosa! Já passaram quase 6 anos desde o último e até agora só tens 3 capítulos do 2º livro??? Como é que isso acontece?

O facto é que o filme acaba como uma cena que nos deixa a imaginar de como será agora? Será que os humanos num terceiro filme se irão todos revoltar para expulsar os invasores do nosso planeta? E o que acontece às almas que se juntaram aos humanos por se apaixonarem por eles e terem pena de nós? É algo que espero mesmo ver desenvolvido. Penso que agora existe uma liberdade melhor até porque neste filme eles tiveram que introduzir este novo mundo aos que não lerem os livros e esse é mais um dos motivos por achar que foi tudo muito bem selecionado.

Gostava também de saber como eram os outros mundos, até porque sou um ser humano e penso que represento todos nesta questão. Porque apesar de isto ser tudo fantasia, imaginação e ficção cientifica, estamos sempre curiosos ao que será o mundo lá fora. E se tivermos mais uma perceção de mais um filme de ficção cientifica que é tão diferente dos outros, porque não introduzir essas perguntas num segundo filme?

Letras&Livros: Comentário ao Livro: “O Medo do Homem-Sábio”, de Patrick Rothfuss

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Olá a todos, espero que estejam a ter um bom final de terça-feira.

Antes de mais, quero já dizer-vos o que ando a ler neste momento Smiley mostrando a língua : A Cidade das Almas Perdidas, de Cassandra Clare (a minha escritora favorita), e Memorial do Convento, do nosso conhecido José Saramago. E sim, estou realmente a ler dois livros ao mesmo tempo. Tenho a sorte de conseguir separar as várias histórias. Para além do mais, O Memorial do Convento é de uma escrita que não estamos habituados, pelo que, o melhor ,será “incentivar” (vou mesmo descrever a situação assim) a leitura deste com o livro da Cassandra Clare.

Foi-vos prometida uma opinião, então cá está ela.

O livro de que vos vou falar é da continuação do livro: O Nome do Vento. Esta segundo volume da trilogia crónica do regicida foi dividido em duas partes pela “tonelada” de papel que este escritor utiliza!

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review

Isso que vêm é uma imagem, que tirei da minha página, do site e rede mundial de leitura Goodreads .

Poderão então aceder aqui ao site » http://www.goodreads.com/

Testes e o Final do Período… A Vida de Um Estudante

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Eu ainda não consigo acreditar que amanhã vou ter teste de Biologia… parece irreal. E porque parece irreal? Bem, isso é porque não temos tido nenhum fim-de-semana de descanso. Ok ok que dizem que a vida de estudante é a melhor que vamos ter, e também é certo de que temos bastante tempo livre durante a semana, mas, ter um fim-de-semana livre de preocupações, um fim-de-semana que não nos faça chegar ao domingo a sofrer de ansiedade e desespero é algo que faz falta à nossa saúde de jovens adolescentes.

Ok, é o teste prático de biologia e a matéria não é das mais complexas que tivemos, contudo, tenho que notar que é já na quinta-feira que seremos vítimas de um atentado (mais um, é verdade) do Ministério da Educação, contra nós, estudantes sofredores. E de que atentado estou eu a falar? De um Teste Intermédio… e de quê? De Matemática (A)! A sério… isto só serve para que exista uma pressão, uma pressão que não é nada saudável, e que nos faz (por vezes) tirar resultados nada satisfatórios para nós alunos. O ano passado tive a sorte  de o meu teste fazer parte das escassas positivas da turma, e, sendo uma positiva, alivia sempre alguma coisa. Também tenho que salientar que este ano tento controlar-me melhor no que toca a estes “testes oficias e nacionais” que os caros, simpáticos e compreensíveis membros do GAVE elaboram para nós, com tamanha felicidade estampada no rosto.

Concluindo, o fim do mês é mesmo algo que anseio rapidamente… Agora pensam vocês que é quando os nossos testes acabam… Nop! Nada disso. Ainda teremos um teste de Biologia, o GRANDE, o abominável teste TEORICO! E ainda não acabei! Não e não… isso queria eu, AH AH AH! Ainda teremos uma apresentação de português a fazer não sei a onde (espero que a nossa professora não se lembre. Sorte de no 2º Período as apresentações começarem pelos últimos. Além do mais, tenho já um tema para falar: o Papa, sim, o Bento XVI que tem sido o centro de todas as atenções por parte dos media nestas últimas semanas). Tirando esta apresentação (mistério), o teste de amanhã, o teste intermédio de quinta e o teste na segunda, fico já descansado por não ter que repetir a exposição oral a Psicologia por ter muito amor ao 19 que me deram (é uma apresentação para quem quer melhor).

(Ui, que já fiquei cansado de enumerar isso tudo)

Posto aqui este meu desabafo, vos pergunto: vocês também sentem e sofrem com o stress, o nervosismo e, nalguns casos, o medo? Bem, o conselho que vos tenho a dar é: tentem sempre dar o vosso melhor nas vésperas, isto é, saibam escolher os exercícios, imaginar as perguntas nas vossas cabeças daquilo que os professores poderão perguntar. Na véspera do teste bebam um chá antes de se deitarem para, pelo menos, vos acalmar. Contudo, e principalmente, acreditem em vocês mesmos. Não desanimem se tirarem o resultado mau, um resultado que não corresponde ao vosso esforço. O importante é saberem identificar os vossos erros e perguntarem a vocês mesmos: porque razão errei esta questão? Poderia ter ido por outro caminho? …

Calma acima de tudo! Boa sorte Smiley piscando

Cinema: The Words

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As Palavras

Faz precisamente hoje uma semana que vi este filme que me tinha despertado à atenção pelo tema nele presente. Contudo, ao o ver ainda tive uma grande surpresa quanto à história que nos é contada com brilhantes atores e com uma interpretação fantástica.

Sem dizer muito o que conta a história, até para vos despertar o interesse para o verem, é um filme que nos fala basicamente no que é certo e no que é errado de uma maneira diferente quando um escritor desesperado por querer ter em seu nome um segundo sucesso, encontra um manuscrito e o copia sem pensar duas vezes e sem ter propriamente a consciência do que fazia.

Contudo, o filme é surpreendente no final.

Para já, a história é contada por um escritor que está a apresentar o seu livro, lendo-o ao público. Ou seja, o filme é a história que está a ser contada por um escritor famoso.

No meio da história que está a ser contada ainda somos transportados para uma outra história: a história que foi copiada e virou sucesso.

O que acontece no final da história ser terminada e voltarmos para o plano do real (e não no imaginário, como vai acontecendo ao logo do filme) é surpreendente e até pode deixar alguns confusos.

O próprio romance envolvente é subtil.

O trailer está muito bom, referindo algumas das situações que aqui referi, e com uma música fantástica e potente dos Imagine Dragons:

Sem querer revelar mais do filme, fiquem com o trailer (já aqui apresentado por mim no passado ano):

#Escrever

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Este artigo vem no seguimento do que anunciei ontem relativamente ao meu projeto: O Bater do Coração e da minha justificação acompanhada do que é para mim esta arte. Sim, escrever é uma arte…, mas melhor, escrever não é apenas uma arte… é muito mais que isso.

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Primeiro quero justificar-me corretamente. Este livro comecei a escrevê-lo em Março e até hoje perdura. E porquê? Atrasos? Sim, até posso dizer isso de forma abreviada, mas é mentira.

Primeiro quero que entendam o que é escrever: é difícil de o dizer. Pois é, é mesmo difícil. Mas porquê? Porque escrever não é apenas para uma pessoa ser famosa ao publicar um livro e andar nas sessões de apresentação a distribuir autógrafos e aparecer ocasionalmente em programas de TV destinadas para tal. Não! Longe disso, isto apenas é um dos bónus, mas de longe que é o mais importante!

Mas porquê? Não se quer isso?

A resposta é simples: queremos, mas queremos antes ser reconhecidos por cada palavras que escrevemos, pelos diálogos e personagens que fantasiamos e passamos para o papel. Porque queremos saber que o leitor é tocado em casa palavra, em cada frase e em cada palavra. Um dos conselhos que muitos escritores dão e, é mesmo o mais certo é que: esqueçam sequer escrever se na vossa cabeça não existir essa vontade. Se apenas o que querem é ser famosos. Escrever é algo demasiado pessoal, mesmo sendo geral, da nossa essência. Dos nossos sonhos, medos. Fantasias e ambições. Escrever é “deitar cá para fora” tudo o que nos vai no pensamento.

Agora sim a resposta, em primeiro eu adoro escrever, e uma ideia nunca vem sozinha. Escrevi aos meus leitores, como sinal de que cumpria a minha promessa, a continuação da série Sonho – Pesadelo – durante o Verão que me tirou tempo. Mas vocês julgam que alguém assim descansa? Não. Pois claro que não. Digo-vos, não havia dia nas minhas férias no Algarve em que não pegava no portátil e o levava para o terraço e escrevia.

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Tinha que dar isso aos meus leitores, não só porque me pedia, como gostavam como sabia que era lido. E para mim… para mim que custava? Escrever, já escrevi bastante… Reconhecido, sou, na internet é sempre bom ter comentários de toda a parte do mundo. É reconfortante em saber que o que fazemos é realmente reconfortante,

Como tal, chegando agora ao final, O Bater do Coração é a obra que mais gosto me está a dar. Está a transbordar de memórias minhas e quero muito partilhar essas memórias misturadas com a ficção e romance presente nas personagens e na moral transmitida em diálogos. Quero que fiquei bem, até a ponta de cada acento. Sei que muitos, pelo que me vão dizendo e mandando, estão ansiosos, e digo que a espera vai valer a pena. O livro estará pronto em Dezembro possivelmente, ou até em Novembro. Mas é sempre um mês aproximado de revisão e mais outro para mandar às editoras (tenho já uma lista) e como tal demora… Claro, que se não for aceite o podem ver. Se tem alguma falha? Sinceramente acho que não. Acho que as coisas estão em doses certas sendo basicamente uma leitura leve. Um romance-jovem.

Se me perguntarem se tenho sucessor, sim. Uma outra história que tenho a certeza marcará a diferença na criação e com os erros que soube emendar.

Bem, é tudo, por agora, e espero que tenham compreendido o que é realmente escrever: é mais do que ser famoso, é mais do que dar autógrafos, é mais do que uma página cheia de letras. Têm que ser páginas com emoção!

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O Bater do Coração passa-se em Paris, na sequência das minhas férias no início deste ano. O original seria passado numa pequena vila, no campo.

(foto tirada por mim)

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(conto escrito na passada semana) – link na imagem

capa inteira

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#Opino #6– Os Soldados da Paz

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Acho que não é preciso vermos notícias para sabermos que nesta altura do ano existem muitos fogos a destruir as belas paisagens que Portugal. E destruir é mesmo isso. Árvores que fazem falta ao nosso planeta, que nos sustentam e como tal também devem ser respeitadas não é? Mas muito mas grave que isso são as perdas de vidas humanas ou até mesmo trabalhos de uma vida que levam as pessoas ao desespero.

Claro que sabemos que estes fogos a maior parte é posto, pois bem, a minha opinião e de amigos próximos é que essas pessoas, pelo menos as que não têm a doença própria, deveria ir queimar não no inferno mas nu fogo destruidor que causou.

Graças a Deus que temos homens e mulheres corajosos. Que temos pessoas com a bondade nos corações e que sabe ajudar e pensar claramente em situações de fumo. Os Soldados da Paz é como muito lhes chamam a uma das profissões com mais adrenalina do mundo: o ser bombeiro.

Uma coisa é que eu acho que deve ficar clara, apesar de toda a aflição das pessoas, que elas devem respeitar este trabalho até porque não existem bombeiros suficientes para combater todos os focos de incêndio. As pessoas precisam sempre de tentar manter a calma e de pensar no que poderão fazer.

Mas apesar de tudo isso, de toda essa afiliação constante de dor e sofrimento para todos, qualquer pessoa pode ser um combatente… qualquer pessoa pode ser um bombeiro ou bombeira… qualquer pessoa pode ser um Soldado da Paz…

Cinema #1

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Aqui fica a minha opinião dos recentes filmes que vi!

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Bem, se procuram um novo filme com romance, drama e comédia este é ideal para além do tema da amizade.

Vi com os meus pais e ri-me em bastantes cenas mas haviam outras em que realmente ficávamos a pensar o quão maus poderemos ser nas decisões que tomamos.

A atriz Mily Cyrus, conhecida pelas séries do Disney Channel e pela carreira musical, na minha opinião interpretou uma grande personagem e muito bem mostrando os vários dramas de uma mãe solteira e de uma filha a descobrir uma nova vida. Mas cuidado porque tem cenas assim meio coisas, cómicas, mas demais hahaha!

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Sei que existe muita gente que AMOU este filme, mas eu não! Respeito muito bem a liberdade do escritor mas penso mesmo que o problema foi na adaptação ao cinema. Posso dizer que, na minha, e no resto das pessoas que assistiram comigo não gostaram! Qual é? Então nos nem sabemos o que aconteceu ao nosso mundo e eles já estão ali a falar de Distritos e de uma escola que os espetadores não percebem nada? Nadinha, penso eu.

Posso compreender de quem gostou, mas para mim a melhor cena foi esta:

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