raparigas

O Desaparecido Saúda 2015

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Olá a todos meus caros leitores.
Pois é, eu bem sei que ando desaparecido e ainda mais estupefacto fiquei quando vi que o meu último post era sobre… era sobre a Maquilhagem e os Homens (se não sabes do que estou a falar, da uma olhadela ). Claro que não podia deixar de vos comunicar para além daquela publicação feita em novembro.
Pois é, novembro… Foi em novembro que falei pela última fez e já estamos praticamente em fevereiro e eu sem vos dar nenhuma novidade. Pois bem, cá vão elas:

1o: Estou no telemóvel pelo que a numeração terá de ser assim… ;
2o: A passagem de ano foi no Porto junto de malta amiga e que está no coração;
3o: Estou vivo e de primeiro semestre feito. É verdade. Depois de uma interrupção letiva (sim, porque na universidade bem que podemos esquecer as “férias de natal”), tive cheio de frequências e trabalhos sendo que, depois de muito estudo, lá fiquei de férias dia 16 deste mês;
4o: Fiz um segundo lançamento do meu livro na Fnac do Leiria Shopping no dia 16. Correu tudo bem e podem ver as coisas aqui ;
5o: Passei estes dias a pôr séries em dia enquanto dava forças à minha fantabulástica namorada para a sua defesa do estágio. Já ficou despachada hoje 😀 (love you babe)
6o: Depois de estarmos ambos de férias conseguimos estar finalmente os dois juntos. É verdade. Estou aqui, a escrever isto sobre o seu olhar atento, na Azambuja. A minha mãe parecia que me ia mandar para a China e parecia querer que levasse o frigorífico atrás… Mas, bem, cá cheguei eu. Inteiro e no quente do aquecedor porque a chuva ☔ é nossa companhia neste fim de semana (EU AMO CHUVA).

Vou-me despedir por agora prometendo trazer novidades e mais disparates.

P.S.: A Andreia não tem vindo cá escrever mas não a matei!!!! Prometo que ela vai vir cá.

Beijos e Abraços,
Diogo

Tanto Frio e Tão Pouca Roupa

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Por Andreia Firmino

Ando preocupada com as miúdas de hoje em dia!!!

É verdade! Ando bastante preocupada com esta nova geração, visto que apresentam graves problemas no que toca a adequar a roupa que vestem à temperatura que se faz sentir. É verdade que o S. Pedro com tanta variação de temperatura nos dificulta a vida neste campo, mas não é impossível andar minimamente vestida conforme a temperatura que se faz sentir (em vez de se andar de biquíni enquanto está a nevar).

Se se for sair à noite é certo e sabido que pode estar a chover este mundo e o outro que vamos encontrar 3 em cada 5 raparigas (entre os 15 e 22 anos aproximadamente) com micro calções, super decotes ou camisolas a fazer de vestido. Quando vejo estas situações penso que 1) ou são muito poupadas e querem dar uso à roupa que usavam quando tinham 3 anos até ela rasgar ou 2) são umas oferecidas do pior que há. E sinceramente a opção 2 parece-me a mais verdadeira. Ou então se calhar não sabem distinguir as secções das lojas e acham que devem comprar roupa na secção de criança, não sei como nunca me tinha ocorrido esta opção.

Entendo o querer sair vestida de forma mais sexy, entendo o querer sentir-se bonita, entendo o querer chamar a atenção. Só não entendo como não percebem que ficam ridículas ao andarem tão despidas quando faz tanto frio e quando, na maioria das vezes, até se nota o sofrimento que estão a passar por tal “falta de roupa”. Há roupa bonita, elegante e até sexy adequada ao tempo frio, que mostra mais pele do que uma gola alta, mas que não faz ficar-se com hipotermia só para ter os outros (especialmente do sexo oposto) a olhar para vós/nós. E já nem vou falar naquelas almas, que já não podem ser apelidadas de aves raras porque cada vez são mais, que decidem andar com micro calções e super decote e depois põem um gorro de lã na cabeça. É por não terem cérebro que têm mais frio na cabeça?

Enfim…

O Jogo do Carro Amarelo

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Por Andreia Firmino

Hoje trago-vos um assunto que me mexe muito com os nervos, relacionado nada mais nada menos do que com carros (e memorizem bem, carros) amarelos.

Todos já devem ter jogado, em algum momento da vossa vida, o jogo do carro amarelo, onde basicamente damos um soco a quem se encontrar ao nosso lado quando vemos um carro amarelo. Por alma não sei de quem começou-se a ser jogar entre os meus amigos da universidade e depois foi-se espalhando, de repente todo o mundo jogava ao jogo do carro amarelo. O problema chega quando se joga com rapazes (essas almas burras que vagueiam na terra). As regras são simples, dá-se um soco a quem estiver ao nosso lado quando virmos um CARRO amarelo. No entanto, é aceitável dar (e levar) socos quando se vê uma mota ou até uma bicicleta amarela, porque no fundo são todos veículos. Mas os rapazes parecem não entender isso e teimam em inventar regras novas, das duas uma

1) Aumenta-se o nº de socos consoante o tamanho do veículo que vemos

ou

2) Vale dar socos sempre que se vê alguma coisa amarela

Esta última é a mais frequente, então toca de bater nos outros por uma t-shirt amarela, por um sinal amarelo ou até por uma casa amarela. Isto acontece SEMPRE que estou com o meu namorado (sim, sou vítima de violência doméstica) e já lhe tentei explicar 2489 vezes que não pode inventar regras para um jogo que já existe, que não foi inventado por ele e que tem as suas próprias regras, mas parece que isso não entra naquele crânio e a informação não chega ao cérebro.

Tenho para mim, que os rapazes nascem com alguma mutação genética que não lhes permite entender a essência do jogo do carro amarelo ou então são apenas parvos e acham que podem adicionar regras a um jogo quando na verdade não podem. Isto tudo já para não falar quando decidem dar socos quando vêem um carro creme, laranja ou verde, argumentando “é um amarelo desmaiado” para o creme ou “mas parece amarelo” para os casos laranja e verde. Nestes casos, começo a achar que têm um quê de daltónicos e não conseguem distinguir bem as cores.

Tudo isto para dizer…

RAPAZES, HOMENS, GAIATOS DESTE MEU PAÍS, VOCÊS NÃO PODEM ADICIONAR REGRAS AO JOGO DO CARRO AMARELO!!

Olá Fofuxos e Fofuxas

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Por Andreia Firmino

Se existe pessoa mais extraordinariamente fantástica que o autor deste blog, meus caros amigos, essa pessoa SOU EU! O Diogo achou que faltava um toque feminino ao blog e, por isso, cá estou eu para abrilhantar este espaço com as minhas maravilhosas palavras. Ou então isto é tudo mentira e sou apenas eu, alma perdida neste mundo, a tentar cativar-vos com a minha grandiosidade (que não existe).

Falando com a seriedade que este blog exige… Andreia, 21 anos, estudante de Terapia Ocupacional e namorada do autor do blog. Acho que para já esta é a informação necessária para me conhecerem e ao longo do tempo hão de perceber/conhecer/descobrir a essência estupidamente parva que compõe a minha pessoa.

Para começar acho que nada melhor do que falar de…. ROUPA! Roupa, roupa e mais roupa. Como qualquer ser do sexo feminino todos os dias me deparo com o drama “Não tenho nada para vestir!” enquanto olho para cabides cheios de roupa, gavetas a abarrotar e até caixas onde não cabe nem mais uma peça de roupa. Perco-me em lojas e hoje (ou melhor, ontem) foi um dos dias em que me perdi completamente (apesar de só ter comprado uma camisolita). Apaixonei-me pela coleção da Lefties, mas assim uma daquelas paixões assolapadas que dão vontade de cometer um crime e assaltar a loja. Vejam! Vejam e digam se não ficam também com vontade de assaltar a loja.

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Estas são só algumas das peças pelas quais eu cometeria um assalto Pormenores engraçados, mensagens e padrões (essencialmente florais) são algumas das coisas que me fazem cair de amores por uma peça de roupa e a Lefties, neste momento, está cheia delas.

É pena a roupa ser algo tão caro e eu recuso-me a dar mais de 10€ por uma peça de roupa (forreta, eu sei), a não ser calças ou um bom casaco e é assim na loucura que gasto mais que isso. Enfim… Vou continuar a babar por estas preciosidades e rezar para que baixem de preço e, com sorte, vir alguma delas parar ao meu armário.

P.S.- perdoem-me a falta de imaginação para títulos

E se as raparigas nos bailes fossem rapazes?

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Eu só de pensar na ideia fico de olhos em bico, mas tentem lá imaginar tudo aquilo que acontece num típico baile de final de curso que se vê nas séries americanas. Estão a imaginar, não estão? É basicamente tudo o que não temos cá em Portugal… Mas bem, imaginem agora que os papeis de rapaz e rapariga eram invertidos…

Eu estava no Youtube e foi daqueles momentos em que não faço ideia como descobri o vídeo, mas partilho convosco esta suposta “inversão” de papéis 😀

Dá para rir…