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#Londres–A Minha Reflexão

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Olá a todos! Bem sei que não tenho vindo muito aqui mas prometo que vos trarei tanto hoje e amanhã algumas coisas para descomprimir desta semana de estudo e mais estudo e, em que os tempos livres são ocupadas com mais estudo.

Mas primeiro quero fazer uma coisa que tinha já prometido a mim mesmo que era fazer um apanhado de toda a minha viagem daquilo que eu gostei desta cidade fantástica e que me encantou e desencantou nalguns aspetos. Vamos?

Bem, já foram muitas as fotos aqui ao longo dos postes que fui colocando ao longo dos meses, pelo que passarei logo à ação Smiley mostrando a língua !

Lembro-me do que foi quando chegámos todos ao hotel que estranhámos o facto de as pessoas conduzirem, de facto, ao contrário de nós. Além do mais, os taxis são das coisas mais cómicas que vimos logo quando saímos do aeroporto. Infelizmente não andamos em nenhum… quem sabe se não fica para uma próxima?

No meio disto fomos passando os dias, as noites e nós a perceber aquele ambiente fantástico mas, e aqui está o ponto negativo, de uma poluição de doidos em que, ao final do dia se nos assoássemos, só saia coisas pretas do nariz fruto do grande tráfico que existe em praticamente toda a cidade e arredores.

Obviamente que fomos contactando com os londrinos (e até alguns portugueses) pelo que fomos observando os seus estranhos e às vezes bizarros e cómicos modos de se vestirem ou estarem. Desde rapazes a raparigas, homens ou mulheres todos eles com estranhas combinações de roupa ou também de penteados. Contudo, e do que fiquei imenso satisfeito com a minha visita, foi como todos se respeitam uns aos outros. Não temos os habituais olhares de alto a baixo como temos cá em Portugal sempre que alguém se apresenta de forma estranha perante nós. Em Londres as pessoas vivem sem “olhar” , em olhar e descriminar por aquilo que estão a usar. Do que percebi disto foi que todos acabam também por estar envolvidos nos seus mundos naquilo que é uma cidade em que as modas tecnológicas atingem os cidadãos de uma maneira completamente louca.

Tablets, smartphones, headphones fazem parte do leque de praticamente todos os cidadãos sendo que internet é coisa que não falta. A onde quer que vão por metro ou a simples ida ao Starbucks vos oferece internet. Sim! Isso mesmo! Adorei o facto de podermos aproveitar a estadia em Londres bebendo um chocolate quente no Starbucks com internet de graça podendo nós por as notícias em dia. No metro a Vodafone, se forem, também vos oferece acesso gratuito ao sistema de wi-fi!

Isto é sem dúvida aquilo que mais me marcou, onde contrasta completamente com Portugal. Enquanto em Londres temos taxis, autocarros, metros a praticamente de 5 em 5 minutos e as pessoas vivem na vanguarda da tecnologia, em Portugal transportes públicos é algo em que os horários não são nada flexíveis e a população, em geral, vive com aquilo que o próprio país lhe dá.

#Londres–Último Dia

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Olá olá olá! Eu bem sei que já passaram quase dois meses desta minha viagem e algum tempo desde a escrita aqui no blog, mas prometo que vos vou nesta semana pôr a par de tudo… Agora darei o término daquilo que foi a minha viagem a Londres.

Eu recordo-me bastante bem deste dia por o medo e nervosismo que me provocava por saber que, no dia a seguir, volataria “ao mundo real”. Pode ser difícil de perceber isto, mas a verdade é que quando estamos no estrangeiro acabamos por esquecer todas as nossas preocupações e vivenciamos aquilo que está perante os nossos olhos. Observamos desde as luzes, as pessoas, o ambiente, o metro, o estilo de vida e tudo o mais… É tanta coisa que temos sempre a pena de perder alguma dessa informação que percecionamos. Por isso acabamos sempre por não tirar o nosso dedo do botão da nossa máquina fotográfica a disparar por cada coisa que passa à nossa volta.

Neste dia saímos bem cedo para comermos o nosso último pequeno-almoço no hotel, sendo que a manhã foi passada a irmos ao Harrods

Vêm essa gente? Essa confusão? Esse ambiente londrino? Ai… que saudades que eu tenho, mas contente por ter aproveitado tudo dentro daquilo que era possível pelo cansaço evidente de andarmos no sub-solo no metro e de mapas na mão. Contudo, apesar de ser algo cansativo, adoro. Só a palavra aventura me desperta algo de único, de momentos de diversão, de momentos em que nos perguntamos: onde raios estamos? onde agora é que vamos almoçar?

Para quem não sabe, isso é um centro comercial enorme, mesmo mesmo enorme com pisos para as diferentes áreas: tipo moda, desperto, tecnologia e …É enorme e com escadarias belíssimas no seu interior e, também com música a ser tocada ao vivo. É algo impossível de vos conseguir descrever. Conseguir descrever aquele ambiente de novidade, de único e completamente diferente do que temos cá em Portugal.

Claro que, ouve uma paragem em mais um Starbuckspara atualizar o twitter, facebook e fotos no instagram a relatar a minha viagem! É que sabem, lá o Starbucks dá-vos internet enquanto aproveita o vosso café/chocolate quente, …E, também para observarem as pessoas, que estão num ambiente tão familiar e despreocupado…

Claro que nós tínhamos uma preocupação, ir embora na parte da tarde…

E foi o que aconteceu…

Depois de algumas duas horas no aeroporto depois de sermos revistas e apalpados de ato a baixo, entramos naquele centro comercial que, era grande, mas repetitivo nalgumas lojas. Mesmo assim, ainda entramos lá portugueses a trabalhar e é algo sempre engraçado. E, isto faz-me lembrar de um casal de portugueses que foi para lá, abriram um restaurante italiano e têm lá uma vida feliz, contando apenas com a saudade do clima português e dos amigos, claro… afinal somos todos feitos de pessoas.

Para terminar, um conselho: nos aeroportos temos perfumes, por exemplo, bem mais baratos por não terem taxas em cima, pelo que aproveitem bem como algumas promoções fantabulásticas de chocolates para acabarem com os últimos vestígios do dinheiro britânico.

#Londres – Dia 4 – Tower of London, St. Paul´s Cathedral & Natural History Museum

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Olá olá a todos!

2013-04-25 21.10.13Vou começar primeiro para vos lembrar dos dias atarefados que tivemos e deveras cansativos! Não acreditam? Pois bem: olhem que neste dia eu, o meu pai, tio, irmão e madrinha e mãe subimos o equivalente a 15 andares. Com mais de 190 degraus… E isto em vez de irmos pelos elevadores – inteligente, não? Enfim, é o amor ao esforço e desporto que nos temos, é que já não bastava termos passado os dias a subir e descer escadas por baixo da cidade londrina.

Neste dia estava mais frio que nos outros, se bem que fomos mais uma vez ao Starbucks onde um chocolate quente me deu novo calor…

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Aí estou eu, cansado e pronto a beber o chocolate quente num dos diversos, se não milhares, de Starbucks que encontram na cidade – coisa maravilhosa é que todos eles têm wi-fi grátis. Já vira??? (um aspeto que vou abordar na reflexão final da viagem).

Sairemos agora do café e encaremos a paisagem fantástica da ponte de Londres e arredores:

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#Londres – Dia 2 – Warner Bros Studio Tour The Making of Harry Potter e Johnny Deep

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Cá está como prometido, a visita aos estúdios que foi maravilhosa.
A nossa ida para lá foi algo que se fez por metro e comboio que, só por acaso, perdemos por o meu pai w tio terem ido à casa de banho.
Todo o edifício está muito bem aproveitado daquilo que era e, quando entramos, vemos um pequeno local de refeições, um Starbucks, a loja com coisas fantásticas, e, claro, a entrada que tem a célebre frase da escritora : “Nenhuma história vive a não ser que exista alguém para a ouvir. ”
No começo vamos para uma sala onde os protagonistas falam connosco e, depois, a tela sobe e ficamos em frente da entrada para o grande salão onde vos confesso que fui preenchido por uma sensação de alegria e euforia incapaz de explicar. Para quem fazia anos, eles deixavam abrir a porta (por isso se lá forem e quando perguntarem digam que fazem anos 😛 ).

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Todo o percurso é fantástico, passando pelo salão, local de efeitos especiais onde tiramos uma fotografia do nosso grupo de 10 no carro voador, nas vassouras também. Vemos os vários locais, roupas, adereços, o ministério da magia, e a rua dos Wesley. Adorei ver diversas coisas. Mas a rua foi algo de outro mundo bem como o castelo de Hogwarts. É algo que…. Eu sendo fanboy fiquei sem palavras e sem vontade de deixar aquilo para trás!
Mas, como não podia deixar de ser, provamos a deliciosa cerveja de manteiga. Aquilo erA mesmo saboroso e doce. Dá vontade de roubar a receita. Eu cá trazia era um barril!!!

A loja é fantástica! Mas ao mesmo tempo muito cara bem como as fotografias. Se forem e quiserem boas recordações levem dinheiro. Alguns 100 no caso de ir a família toda. É um conselho!

A noite foi bastante boa depois de virmos repousar ao hotel onde nos alojamos: o Westpoint.
Queríamos ir almoçar ao Hard Rock mas a tarefa tornou-se difícil com a hora e meia que tínhamos que esperar.
Por isso mesmo acabamos por tentar a sorte ao irmos ter a um restaurante pela aplicação trapadviser mas o que era simples acabou por ser algo difícil onde acabamos por ir jantar ao Mcdonalds. Algo que tenho a comentar é os Mcdonalds de cá que são um bocado piores do que os de cá. Hambúrgueres devem ter uns 6 enquanto nós se for preciso temos o dobro. Pedi um gelado com a vontade que tinha, um de m&m’s mas o homem esqueceu-se de o misturar na máquina. Eu bem sei que o ser humano é a melhor máquina mas por amor de Deus, eu a misturar o gelado ficou a coisa mais desproporcional que vocês podem imaginar.

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No final da noite é que tudo de tornou ofuscante com aquela cidade fantástica que, sem mais nem menos vemos um fotógrafo a passar com um homem agarrado a mulheres e mais uns seguranças. Olhamos todos uns para os outros e pensamos todos o mesmo : AQUELE É O JOHNNY DEEP!!. Depois de ele ter saído do metro depois de ter entrado a minha tia apareceu e : então mas o Johnny Deep está ali e vamos para o metro?  Toca a ir a correr atravessar a rua e se não fossem os seguranças a gritar  “Johnny now now now ” tínhamos conseguidos tirar uma fotografia com ele como outros fizeram. Contudo, ele ainda se despediu pedindo desculpa a um fã e desapareceu dentro de um táxi…