vida universitária

SOCORRO! #2

Publicado em Atualizado em

Por Andreia Firmino

HOJE COMEÇA A MINHA ÚLTIMA SEMANA DE AULAS DA LICENCIATURA! NÃÃÃÃÃÃÃÃÃOOOOOOOOOOOOOO!!

“O tempo passa a correr”, é o que todos dizem e com o passar dos anos vou-me apercebendo de que ele (o tempo) cada vez corre mais.

Lembro-me como se fosse ontem da primeira vez que vim a Leiria, esta bela cidade que me acolheu (e vai continuar a acolher, porque as aulas acabam, mas o curso ainda não) nos melhores anos da minha vida! Da primeira vez que entrei na minha escola que me pareceu enorme e hoje não passa de meros corredores onde ando de olhos fechados! Da primeira vez que bati com os olhos nos que iriam ser os meus colegas de curso e hoje são os meus melhores amigos! É estranho como, de repente, a primeira vez passa a última vez! A última vez que vou ter aulas, a última vez que vou estar com os meus amigos numa sala de aula a combater a falta de atenção/concentração, a última vez que faço uma frequência, sei lá… A última vez de tantas coisas!

É verdade que até ter o canudo na mão ainda muita tinta vai correr, muitas dores de cabeça, muito trabalho, muito stress. Mas é estranho como passamos de “12 anos a estudar e agora ainda mais 4” para “a última semana de aulas da nossa licenciatura”. Estas mudanças assustam, estas entradas em novas fases das nossas vidas. Não sei se somos bem preparados para (sobre)viver estas mudanças abruptas, acho que devia ser uma coisa gradual e não me parece que seja!

De hoje a exatamente 1 semana estou a iniciar o Estágio IV (todos os anos fazemos estágio, daí ser o IV), não me sinto nervosa porque vou para um sítio onde queria muito estagiar, para uma área que gosto muito (Saúde Mental, estar rodeada de gente maluca é que é bom), já conheço o meu orientador de estágio de gingeira não fosse ele um dos meus melhores professores e vou estagiar com uma das minhas melhores amigas. Mas estou nervosa porque vou deixar Leiria, vou deixar a vida académica, deixar a minha segunda casa e deixar os meus amigos, visto que vai cada um para um canto estagiar (e deixar o namorado que se mantém firme na Linda Leiria, CHOREM COMIGO). Vão ser 7 semanas (com mais 2 de férias pelo meio) de estágio, em Condeixa, no frio e com este horário péssimo de inverno onde vou chegar a casa de noite e só me vai apetecer enrolar em mantas e ver séries.

No entanto, ainda tenho 1 trabalho para entregar, 1 apresentação para fazer e 2 frequências esta semana! Se devia estar a fazer alguma coisa útil como estudar? Devia. Se me apetece? Nada. Estamos numa fase em que já não há nada de novo para aprender, nada relacionado com a prática, apenas coisas como informática e investigação. É chato, muito chato e ainda mais triste.

Saudades de ser uma reles Besta e não uma Finalista!

Nova Imagem

O Jogo do Carro Amarelo

Publicado em

Por Andreia Firmino

Hoje trago-vos um assunto que me mexe muito com os nervos, relacionado nada mais nada menos do que com carros (e memorizem bem, carros) amarelos.

Todos já devem ter jogado, em algum momento da vossa vida, o jogo do carro amarelo, onde basicamente damos um soco a quem se encontrar ao nosso lado quando vemos um carro amarelo. Por alma não sei de quem começou-se a ser jogar entre os meus amigos da universidade e depois foi-se espalhando, de repente todo o mundo jogava ao jogo do carro amarelo. O problema chega quando se joga com rapazes (essas almas burras que vagueiam na terra). As regras são simples, dá-se um soco a quem estiver ao nosso lado quando virmos um CARRO amarelo. No entanto, é aceitável dar (e levar) socos quando se vê uma mota ou até uma bicicleta amarela, porque no fundo são todos veículos. Mas os rapazes parecem não entender isso e teimam em inventar regras novas, das duas uma

1) Aumenta-se o nº de socos consoante o tamanho do veículo que vemos

ou

2) Vale dar socos sempre que se vê alguma coisa amarela

Esta última é a mais frequente, então toca de bater nos outros por uma t-shirt amarela, por um sinal amarelo ou até por uma casa amarela. Isto acontece SEMPRE que estou com o meu namorado (sim, sou vítima de violência doméstica) e já lhe tentei explicar 2489 vezes que não pode inventar regras para um jogo que já existe, que não foi inventado por ele e que tem as suas próprias regras, mas parece que isso não entra naquele crânio e a informação não chega ao cérebro.

Tenho para mim, que os rapazes nascem com alguma mutação genética que não lhes permite entender a essência do jogo do carro amarelo ou então são apenas parvos e acham que podem adicionar regras a um jogo quando na verdade não podem. Isto tudo já para não falar quando decidem dar socos quando vêem um carro creme, laranja ou verde, argumentando “é um amarelo desmaiado” para o creme ou “mas parece amarelo” para os casos laranja e verde. Nestes casos, começo a achar que têm um quê de daltónicos e não conseguem distinguir bem as cores.

Tudo isto para dizer…

RAPAZES, HOMENS, GAIATOS DESTE MEU PAÍS, VOCÊS NÃO PODEM ADICIONAR REGRAS AO JOGO DO CARRO AMARELO!!

Diário de um #Universitário (13 de Outubro de 2014)

Publicado em Atualizado em

Segunda-feira, 13 de Outubro de 2014

Meus amigos, penso que hoje acordamos todos com um céu cinzento e com o frio a penetrar nas nossas casas, não foi? Acredito que muitos tenham acordado com a chuva a bater-lhes gentilmente nas janelas, mostrando que já estava na hora de acordar. Cá em Leiria, a chuva só começou a cair lá do alto pelas 11 da manhã.

Eu passei das 11h até perto das 14h na companhia da minha bela amada, vendo Castle (eu viciei-a sim ehehe), tendo a chuva como banda sonora!

As aulas depois passaram bem. Se bem que o nosso professor de Ciências Sociais, para nós fazer rir, é uma moca. É que ele consegue mesmo.

Sempre que temos uma aula, barulho é coisa que não falta. Não é na sala, não, mas sim no exterior. Ou caloiros a cantar ou, como hoje, um berbequim.

“Eu encomendo sempre nesta parte banda sonora”

Ou, tendo em conta que sempre que ele fala, há barulho do exterior…:

“Quando eu começar a falar comecem com um trombone”

Mas isto sem ironia, mas sim divertimento puro. É mesmo fantástico.

Também ele na primeira aula disse umas não sei quantas, mas esta…:

“Às vezes dá-vos uma branca… ou uma preta…”

Também hoje disse outra, claro que a brincar. Não quero mesmo ofender ninguém, mas falávamos dos e-mails, e que os ciganos também criaram os seus próprios na altura: era “@ tudo o que puderes”.

Enfim. Coisas destas, não é?

Claro que, quando tudo isto aconteceu, as 3 horas de chuva seguida pararam para dar lugar a um sol radioso (apesar do frio) e um céu limpo. Nós bem que rezamos, que mandamos mensagens a S.Pedro, mas nada. Talvez por ser o dia da aparição da nossa Senhora? Só sei que a praxe que tinha para acontecer, aconteceu. E, foi só quando cheguei a casa, que ela apareceu, com toda a sua potência (a chuva, claro).

Isto há cada coisa…

Diário de um #Universitário (3 a 7 de Outubro de 2014)

Publicado em

3, 4 e 5 de Outubro de 2014

Meu Deus! O bem que estes dias me fizeram. Vocês não têm ideia das saudades que eu tinha em acordar às horas que quisesse. Claro que fiz algumas coisas, não é? Vi séries, estive com a namorada num ótimo passeio por Leiria (em que tirei fotos com a minha lente – QX10 -, que em breve terá a sua review). Publiquei as fotos das paisagens e isso no meu albúm no Flickr.

Fomos também ao cinema ver o Maze Runner e, devo dizer-vos que adorei por completo. Achei muito bem realizado e com um argumento muito bom. Já me disseram que está também bastante fiel ao livro e, se não fosse por ter uma pilha gigante de livros para ler, também adicionava esta trilogia lá. O filme deixa ainda em aberto inúmeras questões e esse é dos grandes pontos fortes do filme.

Mas atenção! Eu também tive a estudar!!! Ainda foram umas belas horas passadas no meio de apontamentos e mais apontamentos.

6 de Outubro de 2014

Segunda-feira! Dia em que a tortura! Dia em que as aulas só começam às 14H! Eu escrevi tortura mas devo dizer-vos que tanto as aulas como professores são fantásticos. E, prova disso, é ter estado a falar com a professora de Introdução ao Serviço Social – ISS – sobre o meu próximo livro a ser publicado em que tinha algumas dúvidas sobre a um determinado tema. Fui então convidado a assistir a uma palestra de Medicina Legal no próximo mês de Novembro.

Se havia praxe neste dia… pois bem, claro que havia… Mas eu fui? Não! Motivos de força maior levaram a que me fosse impossível estar naquele que, segundo sei/vi/ contaram foi de festa. Foi a praxe do turista. É onde se anda pela cidade a conhecer os principais pontos. Claro que tem muito mais piada se for para pessoas que não vivem cá, em Leiria. Mas resumindo, lá fui eu para casa, todo contente.

Parte desta alegria foi também pela voltou da promoção do cinema a 2€ em que temos de levantar um vale pelo site da Promofans. Claro que eu bem que lá estive até…

7 de Outubro de 2014

… estive até perto da meia noite e meia e nada. Aquilo não parava de dizer que estava esgotado. Mas foi precisamente quando eu saí, (porque a minha melhor amiga me disse) que deu para tirar vales… Por isso, hoje será F5 all night long!

As aulas começaram então às 9:30 com Comunicação em Língua Portuguesa – porque não chegou a disciplina de LP ao longo de mais de uma década. A aula lá passou, vagarosamente, e foi quando a nossa professora recomendou que devíamos ler um livro, que uma colega minha gritou: “-Eu quero é ler O Bater do Coração!”. Foi nesse momento, que a algazarra se intensificou com perguntas a mim se eu tinha mesmo publicado um livro e todas aquelas perguntas que estão na área FAQ do meu blog de autor.

Depois lá se acalmou tudo para a aula continuar a ser lecionada! Tudo ia muito bem até aparecer o nosso coordenador de curso, informar que não teríamos aula à tarde! FESTA TOTAL!

Lá saímos depois, às 12:20, completamente felizes da vida por, no primeiro dia sem praxe, termos o nosso descanso merecido…

Diário de um #Universitário (Semana 18 a 3 de Outubro)

Publicado em Atualizado em

Diário de um #Universitário: Diário de uma Besta

18 de Setembro de 2014

Uffa… este dia horrível finalmente chegou… Quer dizer… não estava eu melhor de férias? A ler, ver séries, rever o meu manuscrito e escrever? Pois claro que estava. Mas, tenho que ser sincero: ficar em casa estava já a ser uma seca. Além do mais, é preciso ter em conta que é uma nova fase da minha vida.

Foi então com esta “filosofia” que fomos nervosos para a nossa apresentação. Foi verdadeiramente fantástica. Conhecemos as coordenadoras do curso e depois os trajados. Não houve qualquer praxe. Foi como uma introdução para aquilo que iríamos a ter na segunda-feira… Algo que, para nós, nos pareceu ser uma amostra do inferno…

22 de Setembro de 2014

Foi com grande alegria que abracei o meu horário porque aulas às segundas e terças de manhã é coisa que não temos pelo que podemos sempre ficar mais um tempo na cama, ouvindo a chuva cair obviamente lá fora.

Começamos com aulas de Introdução ao Serviço Social e depois às Ciências Sociais. Sempre com professores fantásticos. As aulas foram acabaram por ser mais uma apresentação tanto nossa como dos professores.

Até aqui tudo muito lindo… até que o relógio marcou as 17H! Hora da praxe.

Lá fomos nós, não é, para a relva onde, e sem muitas mordomias, ficamos de joelhos. E de joelhos passamos a ficar de 4 e de 4 passamos novamente a ficar de joelhos. Uma verdadeira animação. Tudo isto enquanto gritávamos os nossos nomes, idade e localidade (não gritámos lá muito, verdade seja dita. Os outros cursos pareciam, sem dúvida, verdadeiras manadas de elefantes).

Nesse dia não fizemos mais que estar de joelhos, o que resultou numa dor absurda nas articulações estando ainda mais a terra molhada, e um jogo bastante engraçado de passar a moeda em que tínhamos de estar deitados e passar de uns para os outros sem as mãos. Claro que nesta altura estávamos todos cansados, especialmente depois de termos andado a trautear as canções do curso que não saíram mais da cabeça.

Por fim, o relógio marcou as 19:30 e pronto… lá acabou o nosso “sofrido” dia de praxe. Tendo em conta as horas, pensei que a minha mãe iria pensar que eu tinha ido ao Meco e por lá ficado, mas, surpreendentemente só tinha lá uma chamada dela.

Lá fui eu, então, para casa… sem força nas canetas e de unhas pintadas, onde esperava uma refeição quentinha e uma cama.

23 de Setembro de 2014

Neste dia confesso que não me podia queixar tanto como os meus colegas de turma que tiveram praxe na parte da manhã. Tinha compromissos a que não podia faltar e olhe, perdi coisas bem porreiras!

Mas bem, depois de mais umas aulas de introdução, lá fomos para a praxe. Já com um espírito diferente do dia anterior. O problema nesse dia foi mesmo a chuva que nos obrigou a estar de joelhos num sítio mais abrigo. Mas, apesar de ser abrigado, os nossos joelhos queixaram-se do pavimento recheado de pedras e caruma.

Mas isso não foi impedimento para procurarmos canetas atados uns aos outros pelas sapatilhas, ou até fazermos os ídolos versão betas. Ou seja, eram grupos de dois que teriam de cantar e coreografar em frente aos nossos jurados: os trajados. Foi algo bastante engraçado, sendo que depois acabamos todos por ir dançando ao som das músicas que iam sendo “apresentadas”.

 26 de Setembro de 2014

Bem, as praxes acabaram! Era o que mais faltava nem à sexta-feira termos um descanso merecido depois de tanta cantoria. É cantoria, é estar de joelhos. Também variamos, claro, não pensem mal. Fazemos agachamentos, estamos de prancha ou flexões. Vocês querem melhor ginásio que este???

 29 de Setembro de 2014

Segunda-feira!!! Voltamos ao mesmo…

O meu fim de semana foi bom. Ótimo diria eu. No dia anterior (28 de Setembro) comprei o Pintassilgo – livro vencedor do Prémio Pulitzer 2014. Mal vi a sinopse do livro, rapidamente se tornou cabeçalho na minha lista de livros a adquirir. O preço dela é de malucos 28€ !! Mas, graças a Deus que tinha saldo em cartão Bertrand. Paguei o quê? 4€? E ainda fiquei com saldo no cartão! Por isso, se quiserem adquirir este livro procurem sempre os dias B! da Bertrand (20% em cartão + Portes Grátis) ou mesmo outra promoção da editora Presença. Não se assustem é com o tamanho. (É só maior que a bíblia).

Lá tivemos aulas de Introdução ao Serviço Social e mais uma aula de Introdução às Ciências Sociais – é tudo introdução, é verdade! – e, se bem que vos digo, que são aulas que se passam bastante bem e com professores excelentes.

A praxe… Mais do mesmo, claro!

Joelhos, cantar, gritar e outros jogos bastante engraçados. Também entraram novos caloiros da 2ª fase o que tornou a experiência algo semelhante à da primeira semana.

30 de Setembro de 2014

No dia anterior tinham-nos avisado de que, tendo uma nossa professora começado a leccionar no ensino secundário, só nos conseguia dar aula às terças de manhã, e não quarta de manhã. Conclusão: manhã livre de terça arruinada!

No que toca a praxes, este, na minha humilde opinião (e semelhante a de todos os outros), foi dos melhores dias que tivemos se bem que tive de ir embora mais cedo. Estivemos em frente à Câmara Municipal e Tribunal, num largo que existe em frente a ambos os enormes edifícios.

Para além de contarmos as pedras que circundavam o largo, fomos comprar ovos para podermos dançar com ele. Aos pares. Se o deixássemos cair, era simplesmente fazer como no famoso anuncio da Herbal Essences

Com isto, jogámos ao Quem Quer Ser Milionário. Uns de joelhos na frente de nós, que ficámos em pé e com um ovo na mão, sendo ele o nosso botão na cabeça dos nossos amigos caloiros. Quando soubéssemos a resposta, era só “pressionar”. Claro que depois trocámos e, apesar da sujidade e do cheiro horrível , concluímos que foi engraçada e que seria engraçado repetir…

1 de Outubro de 2014

Pois bem, se eu queria repetir, então tinha de ser logo no dia a seguir.

De manhã não tivemos aulas mas fomos a uma “praxe” solidária no estádio com pessoas idosas que foi bastante engraçado.

Na parte da tarde, depois de uma apresentação de trabalho, porque apesar de tamanho cansaço dos dias anteriores tivemos de ter tempo para ler um texto e expor as ideias principais à turma em ISS – Introdução às Ciências Sociais -, tivemos a praxe do autocarro! E o que consiste isto? Depois de ter estado a acartar garrafões de água para o dito evento, fomos para outro local onde pudéssemos estar.

O que aconteceu foi que um narrou uma história de uma viagem e nós, sentados no chão como se fossemos um autocarro. Levamos com óleo, sal, vinagre – sendo que uma semi-doutora achou-me piada e gastou uma garrafa em mim -, açúcar, ketchup, vinho, ovos e água. Claro que ficámos a cheirar a vomitado (literalmente) e que parece tudo muito nojento. É verdade! Mas foi algo super divertido e que recordaremos sempre. Tínhamos sempre gente a dar guardanapos se precisássemos pelo que medo era coisa que não existia.

No fim fomos para casa, sendo que uma semi me emprestou a capa dela para abrigar do frio já da noite. Chegar a casa foi difícil, mas depois de tirar a t-shirt à tesourada, lá tomei um banho e fui repousar.

Quis ler mais do Pintassilgo, mas eu bem que olhava para ele na mesa-de-cabeceira e só pensava: desculpa, mas não consigo manter os olhos abertos.

2 de Outubro de 2014

Hoje teríamos praxe, mas vontade de todos em ir era nula pelo cansaço. É que o pior era o facto de, não bastasse termos estado no dia anterior mais de uma hora em pé na apresentação do trabalho e da praxe nada limpa, ainda teríamos saída à noite.

Lá jantamos todos, na cantina. Claro que podia ter sido um jantar normal, claro. Tudo muito lindo. Mas eu e mais 4 fomos “convidados” a cantar e coreografar esta música lindíssima :p Foi super divertido, foi o que foi!